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Crimes de hacker do Benfica podem chegar aos dez anos de prisão

O diretor da Polícia Judiciária responsável pela unidade que deteve Rui Pinto falou, esta quarta-feira à noite, aos jornalistas na sequência da detenção de Rui Pinto.

Crimes de hacker do Benfica podem chegar aos dez anos de prisão

Rui Pinto foi detido hoje em Budapeste, na Hungria. Se a detenção ocorreu em casa, na via pública ou em outro lugar, Carlos Cabreiro não revelou.

O diretor da Unidade de Combate ao Cibercrime da Polícia Judiciária disse apenas aos jornalistas, na sede da PJ, em Lisboa, que a detenção ocorreu esta quarta-feira, defendendo que “os pormenores da operação em si não são relevantes”.

Sem nunca utilizar o nome de Rui Pinto, mas também sem nunca corrigir todos os jornalistas que o fizeram, Carlos Cabreiro disse que o português de 30 anos está detido e que a transferência para Portugal irá decorrer “dentro de um prazo razoável que pode ser entre três semanas a um mês”.

“Agora seguem-se os trâmites normais para a transferência de detidos”, sublinhou o responsável, que acrescentou que Rui Pinto não ofereceu qualquer resistência às autoridades no momento da detenção.

Admitindo que se trata de um “suspeito que a Polícia Judiciária procurava, há algum tempo, pela prática de determinado tipo de crimes”, Carlos Cabreiro não confirmou tratar-se do hacker que roubou e-mails do Benfica, dizendo que é “prematuro estar a ligá-lo a qualquer alvo em concreto”.

Questionado sobre as penas que Rui Pinto arrisca, o responsável da PJ lembrou que alguns dos crimes cometidos são punidos com “penas de prisão que podem ir até aos dez anos”.

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