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Pedrinho, o 'Dexter' brasileiro que gostava de matar criminosos

Pedro Rodrigues Filho, hoje com 64 anos, matou, pelo menos, 71 pessoas, mas há quem escreva que foram mais de 100. É um dos assassinos em série mais prolíficos do Brasil. Deverá ser libertado em 2019.

Pedrinho, o 'Dexter' brasileiro que gostava de matar criminosos
Notícias ao Minuto

13:40 - 16/04/18 por Notícias Ao Minuto

Mundo Serial Killer

Pedro Rodrigues Filho, conhecido popularmente como Pedrinho Matador, foi um dos mais prolíficos assassinos em série do Brasil, sendo responsável por, pelo menos, 71 mortes. O seu primeiro homicídio foi cometido quando tinha apenas 14 anos.

A sua comparação com a personagem de ficção ‘Dexter’ não é completamente justa, mas acabou por ficar assim conhecido porque matava sobretudo outros criminosos ou pessoas que, de acordo com a sua perspetiva, o tratavam mal. Um especialista chegou a denominá-lo como o “psicopata perfeito”.

Pedro, natural de Minas Gerais, entrou no mundo rodeado de violência. O pai agrediu a sua mãe com tanta agressividade quando ela estava grávida, que Pedro nasceu, em 1954, com uma pequena deformação no crânio. O mesmo progenitor acabaria por ser responsável pela morte da mãe, à machadada.

A primeira vítima de Pedrinho Matador foi o vice-presidente da autarquia onde morava, porque despediu o seu pai, acusando-o de ter roubado comida da escola onde era segurança. A morte seguinte foi a do segurança que tinha sido o verdadeiro autor do roubo. Quando atingiu a maioridade, aos 18 anos, Pedro já tinha matado 10 pessoas.

Notícias ao MinutoImagem antiga de Pedrinho junto a uma mais recente. 'Mato por prazer', lê-se numa tatuagem seu braço © Reprodução

Apaixonou-se, depois, em São Paulo, por Maria Aparecida, que acabou morta por um gangue local. Pedro procurou os possíveis responsáveis e matou-os a todos. Depois ficou a saber que o seu pai tinha sido preso depois de ter assassinado a sua mãe, à machadada. Pedro foi visitá-lo e matou com 22 facadas.

Foi detido pelas autoridades em maio de 1973. Foi colocado dentro de um carro de polícia com outros dois criminosos, incluindo o violador. Quando a polícia os foi buscar ao carro, o violador já estava morto. Este foi, aliás, o último capítulo da sua sangrenta história. Dentro da prisão matou mais 47 pessoas.

Em 2003, foi condenado pela morte de, pelo menos, 71 pessoas. Recebeu uma pena acumulada de 400 anos de prisão mas, como a lei do Brasil só permite um máximo de 30 anos de prisão, Pedro foi libertado em 2007 mas foi recapturado em 14 de setembro de 2011. Cumprirá pena até 2019.

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