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Supremo pede reforço da vigilância da casa de Bolsonaro para evitar fuga

O Supremo Tribunal Federal do Brasil ordenou hoje o reforço da vigilância policial da residência do ex-Presidente Jair Bolsonaro, para evitar uma fuga na véspera do início da fase final do seu julgamento por tentativa de golpe de Estado.

Supremo pede reforço da vigilância da casa de Bolsonaro para evitar fuga

© Getty Images

Lusa
30/08/2025 15:44 ‧ há 8 horas por Lusa

Mundo

Brasil

O juiz Alexandre de Moraes, responsável pelo caso, determinou que os agentes da Polícia Criminal de Brasília registem todos os veículos que saem da residência do ex-Presidente na capital e que o informem sobre os ocupantes das viaturas.

 

O magistrado ordenou também a monitorização da área externa da residência, onde o ex-Presidente (2019-2022) cumpre prisão domiciliária desde o início de agosto.

Segundo o juiz, as novas medidas conciliam a "privacidade" dos outros ocupantes da casa, onde Bolsonaro mora com a mulher e a filha, com a "necessária garantia da lei penal", para impedir "qualquer possibilidade de fuga".

Alexandre de Moraes, em linha com a opinião do Ministério Público, evitou ordenar a vigilância dos movimentos do ex-Presidente dentro da casa, como havia sido sugerido pela Polícia Federal.

Um grupo de agentes já fazia um acompanhamento contínuo dos arredores da residência, mas o início da fase final do processo previsto para a próxima terça-feira levou o magistrado a endurecer as medidas.

Além de estar em prisão domiciliária, o ex-presidente usa pulseira eletrónica e está proibido de usar redes sociais, como parte das medidas cautelares que lhe foram impostas.

Bolsonaro está a ser julgado por supostamente liderar uma conspiração que visava anular os resultados das eleições de 2022, nas quais foi derrotado pelo atual Presidente do Brasil, Lula da Silva, e incitar ataques às sedes da Presidência, do Congresso e do Supremo Tribunal Federal em 08 de janeiro de 2023.

Os cinco crimes dos quais, com outros altos funcionários militares e políticos do seu governo são acusados, podem levar a uma pena de prisão de cerca de 40 anos.

Leia Também: Eduardo Bolsonaro pede autorização para exercer mandato a partir dos EUA

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