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Bombeiros russos combatem incêndio próximo de alegado palácio de Putin

Os bombeiros russos continuam hoje os esforços para extinguir um grande incêndio florestal iniciado por um drone ucraniano nas margens do Mar Negro, nas proximidades de um palácio que alegadamente pertenceria ao Presidente da Rússia.

Bombeiros russos combatem incêndio próximo de alegado palácio de Putin

© MIKHAIL METZEL/POOL/AFP via Getty Images

Lusa
30/08/2025 11:46 ‧ há 12 horas por Lusa

Mundo

Rússia

"Mais de 400 especialistas continuam a combater o incêndio florestal em Gelendzhik. São auxiliados pela aviação do Ministério de Emergências da Rússia: uma aeronave anfíbia Be-200DhS, um Il-76 e dois helicópteros Mi-8", informaram os serviços de emergências na rede social Telegram.

 

Um total de 102 veículos de combate a incêndios está a participar na extinção do incêndio. O incêndio começou na manhã de quinta-feira, após a queda de um drone ucraniano perto da cidade de Krinitsa, no distrito de Gelendzhik. O fogo cobria inicialmente cerca de 200 metros quadrados, mas alastrou para 42,5 hectares.

As chamas estão localizadas a cerca de dez quilómetros de um luxuoso palácio estimado em mais de mil milhões de dólares, que o opositor Alexei Navalny - que morreu na prisão em 2024 - atribuiu ao Presidente Vladimir Putin num documentário lançado no início de 2021.

Putin negou que o palácio fosse sua propriedade ou pertencesse a algum dos seus familiares.

Também hoje, a Ucrânia atacou com drones várias regiões da Rússia, nomeadamente Krasnodar, Crimeia, Rostov, Bryansk, Belgorod, Smolensk, Kaluga, Tver, Tula e Kursk, confirmaram as autoridades russas.

Um incêndio deflagrou durante a manhã numa empresa na região russa de Krasnodar, na costa do Mar Negro, após a queda de um drone ucraniano.

O aeroporto do resort de Sochi teve de fechar temporariamente, uma medida que afetou pelo menos 18 voos. Na República da Adiguésia, no norte do Cáucaso, um civil ficou ferido e várias casas foram danificadas, segundo a autoridade local Murat Kumpilov.

O Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia confirmou os vários ataques à Rússia e indicou que tinham nomeadamente como alvo as refinarias de Krasnodar e Samara, às quais atribuiu o abastecimento de combustível ao exército russo.

Um ataque lançado pela Rússia esta madrugada fez pelo menos um morto e 23 feridos na cidade ucraniana de Zaporijia, no leste do país, segundo informações inicialmente divulgadas pelas autoridades locais e posteriormente confirmadas pelo Presidente, Volodymyr Zelensky.

O ataque atingiu dois edifícios de cinco andares e cinco casas unifamiliares, explicou o chefe da administração regional ucraniana, Ivan Fedorov, no Telegram.

Zelensky, por sua vez, informou que há crianças entre os feridos. Para Zelensky, é "absolutamente evidente que Moscovo utilizou o tempo atribuído à preparação de uma reunião de líderes" entre os dois países para organizar, na realidade, "novos ataques massivos".

"A única forma de reabrir uma janela de oportunidade para a diplomacia é através de medidas enérgicas contra aqueles que financiam as forças armadas russas e sanções eficazes contra a própria Moscovo: sanções bancárias e energéticas", insistiu o Presidente ucraniano.

Leia Também: ONU apela à diplomacia para terminar guerra após novos ataques a Kyiv

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