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ONU apela à diplomacia para terminar guerra após novos ataques a Kyiv

O secretário-geral adjunto da ONU para a Europa, Ásia Central e Américas congratulou-se hoje com os esforços diplomáticos para terminar o conflito armado entre a Rússia e a Ucrânia, mas lamentou o recrudescimento dos ataques em solo ucraniano.

ONU apela à diplomacia para terminar guerra após novos ataques a Kyiv

© Getty Images

Lusa
30/08/2025 08:45 ‧ há 6 horas por Lusa

"O número crescente de mortos e a devastação causada pela intensificação dos combates durante o verão contradizem os importantes esforços dos últimos meses para dar uma oportunidade à diplomacia", afirmou Miroslav Jenca.

 

Na quinta-feira, bombardeamentos russos em Kyiv causaram a morte a pelo menos 23 pessoas.

Manifestando o seu pesar pela "escalada brutal de ataques aéreos" na Ucrânia, Jenca lembrou que os recentes bombardeamentos sobre Kyiv "são apenas os últimos".

No mês passado, indicou, "foi estabelecido um novo e trágico recorde de vítimas mensais", com 286 mortos e 1.388 feridos, o número mais alto desde maio de 2022.

Ainda assim, o alto funcionário das Nações Unidas agradeceu os esforços diplomáticos "liderados pelo Presidente dos Estados Unidos" para chegar a um acordo que permita a paz.

Entre eles, mencionou a reunião bilateral no Alasca entre os líderes norte-americano e russo, Donald Trump e Vladimir Putin, e a reunião de Trump, Zelenski e dos líderes europeus em Washington.

Por outro lado, o chefe da ONU alertou para um maior impacto da guerra sobre a população civil russa, onde também foram relatadas vítimas e ataques contra instalações como a central nuclear de Kursk.

"Também nos preocupa o impacto que a luta crescente terá na situação humanitária na Ucrânia, à medida que entramos no quarto inverno de uma guerra em grande escala", afirmou Jenca em relação à futura chegada de uma época de baixas temperaturas.

A ONU já prepara apoio específico para ajudar cerca de 1,7 milhões de pessoas e pediu "urgentemente" mais financiamento dos doadores para poder cobrir todas as necessidades.

"Exortamos todos os envolvidos a reduzirem urgentemente a escalada da situação e a redobrarem os esforços para criar condições que permitam uma ação diplomática inclusiva destinada ao cessar-fogo e a uma paz justa", concluiu o secretário-geral adjunto da ONU para a Europa, Ásia Central e Américas.

Leia Também: EUA continuam a trabalhar com Kyiv e Moscovo para reunião bilateral

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