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Sobe para 25 o número de mortos nos bombardeamentos a Kyiv

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou hoje que pelo menos 25 pessoas foram mortas e mais de 50 ficaram feridas nos ataques russos que visaram Kyiv na quinta-feira, de acordo com um novo balanço.

Sobe para 25 o número de mortos nos bombardeamentos a Kyiv

© Stefano Costantino/SOPA Images/LightRocket via Getty Images

Lusa
29/08/2025 19:24 ‧ há 3 horas por Lusa

"De momento, sabemos que 25 pessoas foram mortas, incluindo quatro crianças, e que dezenas de outras ficaram feridas", escreveu Zelensky na rede social X.

 

Um balanço anterior das autoridades ucranianas dava conta de 23 mortos.

Para o líder ucraniano, este ataque à capital da Ucrânia "absolutamente desprezível" mostra as "verdadeiras intenções" do presidente russo, Vladimir Putin.

Os ataques, que envolveram mais de 600 mísseis e drones, destruíram blocos de apartamentos na capital ucraniana na madrugada de quinta-feira e atingiram instalações da missão diplomática da União Europeia. 

A vítima mais nova "nem sequer tinha 3 anos", acrescentou o líder ucraniano.

Na sexta-feira, foi declarado um dia de luto na capital ucraniana.

Durante muito tempo, a cidade de Kyiv, que se situa longe da linha da frente e dispõe de amplas defesas antiaéreas, esteve relativamente a salvo dos piores ataques aéreos russos.

Mas os ataques particularmente mortíferos têm-se multiplicado nos últimos meses, com a Rússia a lançar um número recorde de drones e mísseis.

Zelensky apelou mais uma vez a "sanções fortes" contra a Rússia para a obrigar a parar os bombardeamentos e a pôr termo à guerra desencadeada pela invasão em larga escala da Ucrânia em fevereiro de 2022.

"A Rússia só entende a força (...). Os Estados Unidos, a Europa e os países do G20 têm essa força", declarou.

Os líderes europeus condenaram veementemente o bombardeamento de Kyiv, afirmando que este demonstrava que Moscovo não estava verdadeiramente interessada em negociar o fim da guerra.

Paris e Berlim anunciaram hoje que vão fornecer mais defesas aéreas à Ucrânia, segundo um comunicado conjunto emitido após um encontro entre os líderes francês e alemão.

"Apesar dos intensos esforços diplomáticos, a Rússia não demonstra intenção de interromper a sua guerra de agressão contra a Ucrânia", sublinharam Paris e Berlim, na nota conjunta, após o encontro entre o presidente francês, Emmanuel Macron, e o chanceler alemão, Friedrich Merz, em Toulon, no sul de França.

A alta-representante da União Europeia (UE) para os Negócios Estrangeiros considerou também hoje que o presidente russo, Vladimir Putin, "está a gozar" com os esforços de paz, pedindo mais pressão político-económica sobre a Rússia.

Os ministros da Defesa e dos Negócios Estrangeiros dos países da União Europeia estão entre hoje e sábado reunidos em Copenhaga para uma reunião informal, o que significa que impede decisões concretas, sendo uma encontro apenas de discussão política.

Os últimos desenvolvimentos da guerra na Ucrânia, nomeadamente a tentativa de mediação por parte dos Estados Unidos da América, e como reforçar o apoio à Ucrânia, são tópicos da discussão dos próximos dois dias.

Leia Também: UE quer instruir mais militares ucranianos após eventual cessar-fogo

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