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"Escalada chocante". Escola judaica em Toronto alvejada mas sem feridos

Uma escola judaica para raparigas em Toronto, no Canadá, foi alvo de tiros na madrugada de sábado, mas ninguém ficou ferido, anunciou a polícia, num contexto de tensões ligadas ao conflito no Médio Oriente.

"Escalada chocante". Escola judaica em Toronto alvejada mas sem feridos
Notícias ao Minuto

06:21 - 26/05/24 por Lusa

Mundo Canadá

Pouco antes das 05h00 (10h00 em Lisboa), foram disparados tiros contra a escola primária feminina Bais Chaya Mushka, no bairro de North York, no norte da cidade, disse o inspetor da polícia Paul Krawczyk, numa conferência de imprensa.

Os suspeitos saíram de um veículo de cor escura e "abriram fogo contra a escola, danificando a parte da frente do edifício", afirmou.

A polícia vai reforçar a sua presença na zona, bem como noutras escolas e sinagogas, acrescentou.

"Não vamos ignorar o óbvio, o que aconteceu aqui e quem era o alvo do tiroteio", disse Krawczyk. "Mas, ao mesmo tempo, seria errado especular simplesmente nesta fase", acrescentou.

O Primeiro-Ministro do Ontário, Doug Ford, denunciou na rede social X uma "demonstração flagrante de antissemitismo" e a Friends of the Simon Wiesenthal Centre (FSWC), uma organização judaica, disse estar horrorizada com os tiroteios.

"Esta escalada chocante de violência contra crianças judias inocentes deve servir de alerta para os líderes políticos da nossa cidade e de todo o nosso país", afirmou o diretor executivo da FSWC, Michael Levitt.

Em novembro, uma escola confessional judaica em Montreal, no Quebeque, foi alvo de dois tiros na mesma semana, sem que ninguém ficasse ferido.

A guerra na Faixa de Gaza começou a 07 de outubro, depois de combatentes do Hamas infiltrados a partir de Gaza terem atacado o território israelita, matando mais de 1.170 pessoas, na sua maioria civis, segundo uma contagem da AFP baseada em dados oficiais israelitas.

Em resposta, o exército israelita lançou uma ofensiva devastadora no território palestiniano, matando pelo menos 35.903 pessoas, na sua maioria civis, segundo dados do Ministério da Saúde do governo de Gaza, dirigido pelo Hamas.

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