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Austrália investiga morte de 500 cavalos. Restos descobertos em quinta

Um responsável da câmara de Wagga Wagga, no sul da Austrália, explicou que a situação "chocou" quem esteve no local, assim como se "tornou claro" que as mortes aconteceram em momentos diferentes - dado que havia esqueletos e restos mortais mais recentes.

Austrália investiga morte de 500 cavalos. Restos descobertos em quinta
Notícias ao Minuto

15:44 - 17/04/24 por Notícias ao Minuto

Mundo Animais

As autoridades australianas estão a investigar a descoberta de cerca de 500 carcaças de cavalo numa propriedade privada, perto da cidade de Wagga Wagga, no sul do país.

De acordo com a imprensa, os responsáveis municipais tomaram conta da situação depois de terem recebido denúncias de que cavalos tinham sido mortos no local e os restos mortais deixados.

"Assim que a inspeção na propriedade começou tornou-se claro que o abate de animais tinha acontecido durante muito tempo", explicaram os políticos locais às publicações australianas.

Segundo os responsáveis, foram encontrados vários sítios distintos na propriedade, onde foram deixados muitos animais. "Muitos desses restos mortais eram esqueletos, enquanto outros foram mortos muito recentemente", explicaram.

Um dos responsáveis da câmara de Wagga Wagga descreveu como foi deparar-se com a situação na quinta, dizendo que tinha sido muito difícil. "É um pouco aflitivo quando se veem 500", explicou Peter Thompson, referindo-se ao número estimado de animais.

"Uma pilha tinha 200 carcaças e depois fizemos estimativas noutros locais da quinta", detalhou.

Segundo o que Thompson contou, houve uma tentativa para tapar os restos mortais com terra, que terá sido feita dias antes de as autoridades chegarem ao local.

“Chocou-nos a todos. Não é o tipo de coisa que se pensa ver nesta zona, especialmente quanto ao número de animais em causa”, descreveu.

Segundo o The Guardian Australia, o responsável pela propriedade admitiu que havia restos mortais de cavalos no local, mas rejeitou a ideia de que sejam centenas. A pessoa, que não é identificada, alega que em causa estão os corpos de 15 a 20 animais, que terão sido mortos para fazer comida para os animais, e não para fins comerciais.

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