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Portugal subscreveu garantias dadas pelo G7 à Ucrânia

O primeiro-ministro, António Costa, anunciou hoje que Portugal subscreveu as garantias de segurança dadas à Ucrânia pelos países do G7, ressalvando que ainda vai ser discutido como é que o país pode ajudar a assegurá-las.

Portugal subscreveu garantias dadas pelo G7 à Ucrânia
Notícias ao Minuto

15:15 - 12/07/23 por Lusa

Mundo G7

"A declaração abre agora um período a partir do qual se iniciarão contactos entre os parceiros para se definir em que medida é que cada um participará nas garantias futuras de segurança da Ucrânia", sustentou o primeiro-ministro, em declarações aos jornalistas no final da cimeira da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), em Vílnius.

Questionado sobre o tipo de apoio que Portugal está disponível para prestar, António Costa respondeu que "é prematuro" falar sobre isso.

"Temos procurado contribuir para a segurança da Ucrânia das formas mais diversas, temo-lo feito do ponto de vista militar, do ponto de vista financeiro, político, diplomático, também do ponto de vista da cedência de equipamentos e através da formação, designadamente agora de pilotos F-16", acrescentou.

Sobre a formação de pilotos ucranianos, apesar de ainda não haver uma data concreta para o início, António Costa referiu que o país "está em condições, há bastante tempo, de a iniciar".

Durante a cimeira, os 31 Estados-membros da NATO também concordaram em aumentar o número de militares em prontidão ao serviço da Aliança Atlântica e o chefe do executivo português explicou que apenas falta "definir qual é o empenho que vai ser solicitado a cada país".

"Já temos [militares empenhados ao serviço da NATO] e vamos, seguramente, ter mais, tendo em conta esse aumento daquilo que é a capacidade de mobilização", acrescentou o primeiro-ministro.

Numa mensagem na rede social 'Twitter', publicada no final de terça-feira, o primeiro-ministro adiantou que Portugal vai reforçar em um milhão e meio de euros a comparticipação no fundo da NATO "para a parceria com os países da vizinhança sul" da Aliança e acrescentou que o país vai participar no novo Fundo para a Inovação, constituído durante esta cimeira.

Durante a cimeira, o chefe do executivo português teve várias reuniões e encontros bilaterais, nomeadamente com o Presidente da Coreia do Sul, Yon Suk-yeol, após a sua recente visita a Seul, salientando numa mensagem no 'Twitter' que já são visíveis "resultados concretos no reforço do relacionamento bilateral, da economia à cooperação, com boas perspetivas de um maior aprofundamento".

Numa bilateral com o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, Costa debateu "relações económicas e bilaterais", a comunidade portuguesa no país e "possibilidades de cooperação conjunta em projetos trilaterais".

Da parte do primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, Costa disse ter ouvido um agradecimento ao país e o reconhecimento "pelo excelente trabalho dos bombeiros portugueses no combate aos incêndios no Canadá".

Leia Também: Costa diz que houve "um mal-entendido" de Zelensky sobre adesão à NATO

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