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Britânica chega à casa de férias em Ibiza e encontra-a cheia de ocupas

Sophie Robinson, de 48 anos, chegou a Ibiza com as filhas e viu a sua casa ocupada.

Britânica chega à casa de férias em Ibiza e encontra-a cheia de ocupas
Notícias ao Minuto

09:13 - 29/05/23 por Notícias ao Minuto

Mundo Espanha

Uma britânica mãe de dois filhos chegou à sua casa de férias em Ibiza e descobriu que esta tinha sido invadida por ocupas.

A habitação de três quartos estava-lhe agora inacessível e ocupada por pessoas que a usavam para esconder drogas e até alugavam os seus quartos.

Sophie Robinson, de 48 anos, chegou com suas duas filhas à casa de sua família em Cap Negret, perto da cidade de Ibiza, em 5 de abril, e descobriu que tinha sido invadida e as fechaduras trocadas.

Segundo o Express UK, o que era suposto serem umas férias de Páscoa, transformaram-se em quatro semanas nos tribunais para expulsar o gangue de invasores.

Mas o tribunal não concedeu a ordem para expulsar os invasores de imediato, pelo que Robinson decidiu - em 11 de abril - pagar 5.000 euros à Desokupa, uma empresas especializada em expulsar o invasores.

Contudo, a empresa não foi bem sucedida. Pior ainda, os ocupas originais saíram e foram substituídos por criminosos organizados.

“Eles instalaram um sistema de alarme e câmaras", disse a mulher, que questionou a empresa como puderam colocar os equipamentos sem prova de que a casa fosse das pessoas que os contrataram. 

Já a 5 de maio, um mês depois de ela descobrir que a casa tinha sido invadida, o advogado de Robinson ligou-lhe para dizer que a polícia estava prestes a invadir a casa depois de obter uma ordem judicial para despejar os invasores.

“Todo o aquecimento estava ligado constantemente, os ralos transbordavam, os colchões foram cortados, e as fechaduras trocadas tantas vezes que tinham buracos nas portas”, disse ela. 

“Tudo o que era nosso tinha desaparecido. Era tudo deles. Havia drogas por toda parte. O dano será de milhares", acrescentou. 

A família espera que seu seguro cubra os danos, mas a mulher não está otimista. A casa não é uma vila de luxo, diz, mas tem valor sentimental. “O meu pai construiu a casa na década de 1960. Significa algo para todos nós. Ele foi para lá antes de morrer”, recorda.  

“Eu economizei e economizei para manter aquela casa. Significa muito para mim. Foi de partir o coração", refere por fim. 

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