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China nomeia general Li Shangfu como novo ministro da Defesa

A Assembleia Popular Nacional (APN), órgão legislativo máximo da China, aprovou hoje a nomeação do general Li Shangfu como novo ministro da Defesa.

China nomeia general Li Shangfu como novo ministro da Defesa
Notícias ao Minuto

07:18 - 12/03/23 por Lusa

Mundo China

A ANP também nomeou Wang Xiaohong como ministro da Segurança Pública e Chen Yixin como ministro da Segurança do Estado, que vai chefiar a administração interna e os serviços secretos chineses.

Em 2018, o antigo secretário de Estado norte-americano Mike Pompeo anunciou sanções contra a empresa chinesa Equipment Development Department (EDD) e o então diretor Li Shangfu por ter adquirido armas da empresa estatal russa Rosoboronexport.

De acordo com o Departamento de Estado, a empresa chinesa foi sancionada por ter adquirido caças Su-35 em 2017 e, em 2018, equipamento relacionado com o sistema de mísseis terra-ar S-400.

Em 2018, o então porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros Geng Shuang expressou "grande indignação" por essas sanções e apelou para que Washington as levantasse. Geng justificou a compra e afirmou que a Rússia é o "parceiro estratégico de cooperação" de Pequim.

A ANP concluiu a remodelação do Governo chinês, depois de, no sábado, ter nomeado o novo primeiro-ministro, Li Qiang, sob proposta do Presidente da China, Xi Jinping.

Li, anteriormente responsável pelo maior centro de negócios do país, Xangai (leste), vai ter a difícil tarefa de lançar as bases para a recuperação da segunda maior economia do mundo.

O plenário também aprovou a continuação de Yi Gang como governador do banco central, Liu Kun como ministro das Finanças e Wang Wentao como ministro do Comércio.

Zheng Shanjie, próximo de Xi, foi nomeado chefe da Comissão de Desenvolvimento e Reforma, principal organismo de planeamento económico do país.

A ANP também nomeou Ding Xuexiang, He Lifeng, Zhang Guoqing e Liu Guozhong como vice-primeiros-ministros.

Xi, secretário-geral do Partido Comunista Chinês (PCC), consolidou o poder na sexta-feira, depois de ter sido reeleito pela APN para um terceiro mandato presidencial de cinco anos, sem precedentes entre os antecessores.

Leia Também: China mantém Yi Gang como governador do banco central

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