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"Faremos tudo para responsabilizar a Rússia pela guerra, pelo terror"

O presidente ucraniano disse ainda saber que "os terroristas [russos] estão a preparar novos ataques" e que, "enquanto tiverem mísseis, infelizmente, não vão parar".

"Faremos tudo para responsabilizar a Rússia pela guerra, pelo terror"

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, frisou, este domingo, que o país fará “tudo para responsabilizar a Rússia” pela guerra, iniciada em fevereiro. 

“Estamos a fazer e faremos todo o possível para fortalecer a nossa defesa. Estamos a fazer e faremos tudo para responsabilizar a Rússia por esta guerra, por este terror”, afirmou o chefe de Estado na sua comunicação diária ao país, acrescentando que “para alcançar estes resultados, haverá novos e importantes passos na próxima semana”.

Zelensky sublinhou que “mais uma semana de guerra em grande escala” chegou ao fim e que, “após o ataque terrorista maciço” às infraestruturas de energia, a produção e o fornecimento de eletricidade tem sido restaurado “dia após dia”.

“A partir de hoje, na maioria das regiões do país, só estão em vigor calendários de estabilização de cortes de energia. A situação está sob controlo graças aos trabalhadores da energia”, afirmou o presidente, que quis agradecer “aos milhares de pessoas que trabalham 24 horas por dia” para restaurar “a luz, a água, o calor e as comunicações”. 

“A unidade ucraniana demonstra uma e outra vez a sua força, demonstra a nossa eficácia”, considerou.

O presidente ucraniano disse ainda saber que “os terroristas [russos] estão a preparar novos ataques” e que, “enquanto tiverem mísseis, infelizmente, não vão parar”. “A próxima semana pode ser tão dura como a que passa. As nossas Forças de Defesa estão a preparar-se. O Estado inteiro está a preparar-se. Trabalhamos todos os cenários, inclusive com os nossos parceiros”, afirmou.

O conflito entre a Ucrânia e a Rússia começou com o objetivo, segundo Vladimir Putin, de "desnazificar" e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia. A operação foi condenada pela generalidade da comunidade internacional.

A ONU confirmou que cerca de seis mil civis morreram e mais de dez mil ficaram feridos na guerra, sublinhando que os números reais serão muito superiores e só poderão ser conhecidos quando houver acesso a zonas cercadas ou sob intensos combates.

Leia Também: Ataques a instalações de energia? "O fascismo do séc. XXI", acusa Ucrânia

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