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Pelo menos três mortos em operação israelita na Cisjordânia ocupada

Pelo menos três palestinianos morreram e nove ficaram feridos durante uma operação militar israelita no campo de refugiados de Jenin, na Cisjordânia ocupada, disse hoje fonte do Ministério da Saúde palestiniano. 

Pelo menos três mortos em operação israelita na Cisjordânia ocupada

Os militares de Israel disseram que entraram no local para prender dois palestinianos suspeitos de envolvimento em recentes trocas de disparos com armas de fogo.

Quando os soldados cercaram uma casa situado no campo de refugiados um engenho explosivo foi detonado e ouviram-se disparos tendo as forças israelitas atingido fatalmente três cidadãos palestinianos "suspeitos", disse o Exército de Israel. 

A rusga de quarta-feira no zona norte da Cisjordânia foi a última operação de uma série de ações militares desencadeadas após ataques palestinianos em Israel durante a primavera passada.

Segundo os militares israelitas, um dos "suspeitos" morto hoje foi identificado como Rahman Hazam, irmão do homem que atacou um bar no centro da cidade de Telavive no passado mês de abril e que foi abatido pela polícia. 

Segundo o Ministério da Saúde palestiniano, registam-se nove feridos que foram atingidos por armas de fogo.

Duas pessoas com ferimentos de bala no peito encontram-se em estado considerado grave, de acordo com o Ministério da Saúde.   

Registaram-se dezenas de mortos na Cisjordânia desde o princípio do ano.

Trata-se do ano mais sangrento desde 2015 no território ocupado por Israel, sobretudo na cidade de Jenin. 

A maior parte dos palestinianos mortos durante as últimas operações militares de Israel fazem parte de grupos de jovens que atiram pedras e bombas incendiárias de fabrico artesanal contra os soldados.

Durante os confrontos ocorridos este ano, uma jornalista da estação de televisão Al Jazeera e e um advogado foram mortalmente atingidos pelas armas dos soldados israelitas. 

Israel ocupou a Cisjordânia em 1967 e estabeleceu mais de 130 colonatos na região, habitada por 500 mil cidadãos de Israel e por três milhões de palestinianos. 

Leia Também: Um morto em confrontos entre forças palestinianas na Cisjordânia

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