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Reino Unido. Mulher é condenada a 18 anos de prisão por matar bebé

Ficou provado que Laura Castle matou Leiland-James Corkill, o bebé de um ano que pretendia adotar.

Reino Unido. Mulher é condenada a 18 anos de prisão por matar bebé

A cidadã britânica Laura Castle foi condenada a 18 anos de prisão, esta quarta-feira, pela morte do bebé de um ano Leiland-James Corkill que estava ao seu cuidado e do marido e que pretendiam, alegadamente, adotar. Foi ainda condenada por crueldade infantil.

Laura Castle já tinha sido considerada culpada no tribunal de Preston Crown, no dia 17 de maio, por matar a criança, que morreu de ferimentos fatais na cabeça, numa casa em Barrow, Cumbria, em janeiro de do ano passado.

Segundo o canal britânico SkyNews, a mulher de 38 anos admitiu em tribunal que sacudiu a criança depois de esta não parar de chorar, tendo a cabeça do bebé atingido o braço do sofá e o menino ter caído no chão.

Leiland-James tinha sido colocado a viver com Laura e o seu marido Scott Castle pelas autoridades quatro meses antes de morrer. O objetivo do casal era eventualmente adotar definitivamente a criança.

A mulher chamou uma ambulância no dia 6 de janeiro do ano passado e relatou inicialmente que a criança tinha caído do sofá sozinha, no entanto, logo na altura os médicos do hospital levantaram preocupações mais graves devido à extensão dos ferimentos da criança. Leiland-James morreu no dia seguinte.

Durante o processo a agora considerada culpada, manteve que a morte de Leiland-James foi um trágico acidente até ao início deste mês, quando admitiu o seu homicídio na véspera do julgamento.

Scott Castle, o marido de Laura, foi considerado inocente pela morte do bebé e também foi absolvido de crueldade infantil. Segundo o canal britânico, o homem admitiu em tribunal nunca ter tido nenhuma preocupação com os cuidados prestados pela esposa e acrescentou que tinha total confiança nela.

No dia do julgamento, Laura Castle, disse ter mentido inicialmente sobre o sucedido porque estava "envergonhada" e "aterrorizada com as consequências dos seus atos". Na altura, acrescentou: "Aceito que o meu filho tenha morrido por minha causa".

Leia Também: Reino Unido. Mulher acusada da morte de menino de 1 ano que queria adotar

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