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"Não temos outra alternativa senão lutar. Lutar e vencer"

"As próximas semanas da guerra vão ser difíceis. E temos de estar cientes disso. No entanto, não temos outra alternativa senão lutar. Lutar e vencer", defendeu o presidente ucraniano.

"Não temos outra alternativa senão lutar. Lutar e vencer"

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, reconheceu, esta segunda-feira, que as próximas semanas de guerra no país “vão ser difíceis”, mas não há outra alternativa a não ser “lutar e vencer” porque a Rússia quer retirar “tudo” aos cidadãos ucranianos, “incluindo o direito à vida”.

“As próximas semanas da guerra vão ser difíceis. E temos de estar cientes disso. No entanto, não temos outra alternativa senão lutar. Lutar e vencer. Libertem a nossa terra e o nosso povo. Porque os ocupantes querem tirar-nos não apenas algo, mas tudo o que temos. Incluindo o direito à vida para os ucranianos”, afirmou o presidente ucraniano na sua comunicação diária ao país sobre a invasão russa, que vai já no seu 89.º dia.

Para vencer a guerra, frisou Zelensky, é necessário que todos os ucranianos “trabalhem para isso”, incluindo “os que estão na retaguarda”. “Ajudem o exército. Protejam as necessidades do nosso Estado em todas as plataformas internacionais que tenham acesso, na comunicação com jornalistas estrangeiros, mesmo apenas como os vossos amigos e amigos estrangeiros”, exemplificou. 

O presidente ucraniano afirmou ainda que “os ocupantes russos estão a tentar arduamente mostrar que alegadamente não irão desistir das áreas ocupadas” em Kharkiv, Kherson, Zaporizhzhia e no Donbass, região separatista vítima da “maior atividade até agora”. 

“Organizaram ali um massacre e estão a tentar destruir tudo o que ali vive. Literalmente. Ninguém destruiu Donbass tanto como o exército russo destrói agora”, defendeu.

Assinala-se, esta segunda-feira, o 89.º dia da invasão russa da Ucrânia. Segundo os mais recentes dados da ONU, a invasão já causou a fuga de mais de 14 milhões de pessoas das suas casas.

Leia Também: AO MINUTO: Crimes de guerra? Mais 48 russos julgados; "Pode repetir-se"

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