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Próxima ronda de sanções da UE "deverá incluir embargo ao petróleo russo"

O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano salientou ainda que "não há alternativa à concessão do estatuto de candidato à UE à Ucrânia".

Próxima ronda de sanções da UE "deverá incluir embargo ao petróleo russo"
Notícias ao Minuto

16:59 - 01/05/22 por Notícias ao Minuto

Mundo Ucrânia/Rússia

Dmytro Kuleba, ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, revelou este domingo ter falado com o Alto Representante da União Europeia para a Política Externa e de Segurança, Josep Borrell, quanto à próxima ronda de sanções da UE contra a Rússia. A seu ver, o novo pacote "deverá incluir um embargo ao petróleo russo", sublinhado ainda que "não há alternativa à concessão do estatuto de candidato à UE à Ucrânia".

“Conversei com Josep Borrell sobre a próxima ronda de sanções da UE contra a Rússia, que deverão incluir um embargo ao petróleo russo. Salientei também que não há alternativa à concessão do estatuto de candidato à UE à Ucrânia”, adiantou o responsável, através da rede social Twitter.

Kuleba referiu ter também abordado a retirada de civis da cidade sitiada de Mariupol, sendo que pelo menos 100 pessoas já conseguiram sair do complexo siderúrgico de Azovstal, onde se encontravam abrigadas, segundo Volodymyr Zelensky, presidente ucraniano.

Recorde-se que, a 22 de abril, o vice-presidente e comissário do comércio dos 27, Valdis Dombrovskis, disse que a Comissão Europeia (CE) está a pensar "muito" em incluir sanções às importações de petróleo da Rússia no próximo pacote de medidas contra o gigante eslavo.

"Devemos impor as sanções de uma forma que se maximize a pressão sobre a Rússia e, ao mesmo tempo, minimize os danos colaterais para nós", esclareceu, na altura.

Por sua vez, a 18 de abril, o vice-chefe do gabinete da presidência da Ucrânia anunciou que um dos questionários necessários à adesão à União Europeia já foi preenchido, sendo que "a bola está agora do lado dos Estados-membros". O país espera obter o estatuto de candidato já em junho.

Lançada a 24 de fevereiro, a ofensiva militar russa na Ucrânia já matou cerca de três mil civis, segundo a ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

O conflito causou a fuga de mais de 12 milhões de pessoas, das quais mais de 5,4 milhões para fora do país, de acordo com os mais recentes dados da ONU.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

Leia Também: Kuleba pede armas a Portugal e revela quanto custará reconstruir Ucrânia

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