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Zelensky agradece "contribuição significativa" dos países europeus

O presidente ucraniano defendeu que a União Europeia deve “fornecer à Ucrânia todas as armas modernas necessárias” para ajudar o país a vencer a guerra que a Rússia está a travar de forma “vergonhosa”.

Zelensky agradece "contribuição significativa" dos países europeus

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, agradeceu esta quarta-feira a “contribuição significativa para as capacidades militares” da Ucrânia, dada pelos “parceiros europeus” e destacou ainda os 1,5 mil milhões de euros alocados através do Fundo Europeu para a Paz.

"Os parceiros europeus deram uma contribuição significativa para as nossas capacidades militares. Estou grato pela alocação de 1,5 mil milhões de euros dentro do Fundo Europeu de Paz para financiar as necessidades militares das Forças Armadas da Ucrânia", disse numa conferência de imprensa com o presidente do Conselho Europeu, que visitou hoje Kyiv.

O presidente ucraniano defendeu ainda que a União Europeia deve aumentar as sanções contra a Rússia e incluir um embargo ao petróleo russo no “sexto pacote” de restrições, além de “fornecer à Ucrânia todas as armas modernas necessárias” para ajudar o país a vencer a guerra que a Rússia está a travar de forma “vergonhosa”.

"Entendemos que a Rússia pretende destruir o povo ucraniano, o Estado ucraniano. E isso é um verdadeiro genocídio. Vemos que a Rússia não desiste do seu desejo sangrento de destruir os ucranianos e o nosso Estado a qualquer custo: mulheres, crianças, os nossos indefesos da população civil”, frisou.

Por seu lado, Charles Michel, assegurou que a União Europeia fará "tudo o que for possível" para que a Ucrânia "ganhe a guerra contra a Rússia"“Não estão sós, estamos convosco e faremos tudo o que nos for possível para vos apoiar e fazer com que a Ucrânia ganhe a guerra", declarou, naquela que foi a sua primeira visita a Kyiv desde o início da invasão russa.

Ao 56.ª dia de guerra, registam-se pelo menos 2.072 civis mortos e 2.818 feridos, segundo dados confirmados pela Organização das Nações Unidas (ONU), que alerta que o número real pode ser muito maior.

Leia Também: Mesmo com exigências do Kremlin, Ucrânia continua disponível para diálogo

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