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China e EUA trocam acusações e ameaças sobre navio no Mar da China

A área é muito contestada por sete países na região, especialmente pela China, que tem criado ilhas artificiais para reivindicar uma maior Zona Económica Exclusiva e para ficar mais próxima de Taiwan.

China e EUA trocam acusações e ameaças sobre navio no Mar da China
Notícias ao Minuto

10:20 - 20/01/22 por Hélio Carvalho

Mundo Mar da China

Os governos chinês e norte-americano trocaram, esta quinta-feira, acusações e versões sobre os movimentos do navio de guerra dos EUA no mar da China, com Pequim a dizer que ordenou que o navio saísse do seu espaço marítimo.

Segundo a agência Reuters, as autoridades chinesas ameaçaram o navio USS Benfold, que terá entrado "ilegalmente" na sua Zona Económica Exclusiva (ZEE). "Exigimos que o lado americano pare com estas manobras provocadoras, ou terão de acatar com as consequências sérias de eventos imprevisíveis", comunicaram as forças armadas do país.

Por outro lado, os EUA negaram qualquer ilegalidade por parte do Benfold, e disseram que a embarcação continuará na sua missão de "defesa de navegação" na zona. "Os Estados Unidos estão a defender o direito de qualquer nação de voar, navegar e operar onde a lei internacional o permitir, tal como o USS Benfold fez esta semana. Nada do que a República Popular da China disser irá dissuadir-nos", disseram os norte-americanos em comunicado.

O Mar do Sul da China é uma zona marítima muito contestada e acolhe as várias ZEE dos sete países da região, ao mesmo tempo que recebe um terço do comércio marítimo global. A China, para controlar mais esta zona, tem feito várias manobras militares nos últimos anos, incluindo criando ilhas artificiais com bases militares para aumentar a sua ZEE.

Uma das ZEE pertence a Taiwan, um território que é historicamente reivindicado pela China. Durante o último ano, o presidente chinês Xi Jinping assumiu publicamente a intenção de fazer Taiwan retornar à esfera de controlo chinesa, e as empresas chinesas têm continuamente pressionado governos e empresas para que considerem Taiwan uma parte do território chinês.

Mas os Estados Unidos, o mais importante aliado da pequena nação que se prepara militarmente para uma invasão, afirmaram que irão retaliar contra qualquer ação agressiva contra Taiwan.

Leia Também: Taiwan realiza exercício de guerrilha preparando-se para invasão da China

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