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Rabino atirou cadeira contra sequestrador em sinagoga do Texas

Ação levou a que os reféns do homem britânico conseguissem escapar e as autoridades conseguissem agir após 10 horas de impasse.

Rabino atirou cadeira contra sequestrador em sinagoga do Texas
Notícias ao Minuto

21:59 - 17/01/22 por Marta Ferreira

Mundo Charlie Cytron-Walker

Foi graças ao rabino da sinagoga do Texas que a situação de reféns ocorrida no sábado à noite terminou bem, tendo apenas o sequestrador sido morto pelas autoridades. 

De acordo com o New York Post, que o classifica como herói, o rabino atirou uma cadeira contra o sequestrador britânico após 10 horas de impasse, conseguindo deste modo libertar os reféns e ajudar a polícia a intervir. 

Charlie Cytron-Walker  disse que fez vários cursos de segurança da polícia e do FBI antes deste incidente acontecer e que isso o ajudou a agir. 

“O atirador tornou-se cada vez mais beligerante e ameaçador”, disse o rabino em comunicado acrescentando que Malik Faisal Akram “não estava a conseguir o que queria”.

Cytron-Walker explicou que se lembrava de um conselho do treino de segurança da polícia: “quando a sua vida está ameaçada, é preciso fazer o que puder para ficar em segurança”.

O rabino explica que aproveitou um momento em que o sequestrador Akram “não estava numa boa posição” para dizer aos fiéis que se encontravam reféns para se aproximarem da porta.

"Eu disse-lhes para irem", indica o rabino. “Atirei uma cadeira ao atirador e dirigi-me para a porta. Todos conseguimos sair sem sequer um tiro ter sido disparado”, disse à CBS.

Recorde-se que o sequestrador exigiu a libertação da irmã, que cumpre uma pena de 86 anos no Texas. Todos os reféns da sinagoga da Congregação Beth Israel, nos Estados Unidos, saíram da sinagoga "a salvo" e o sequestrador foi morto, informou a polícia local. De acordo com a Sky News, que cita o irmão do sequestrador, o homem estaria ao telefone com os filhos quando foi abatido.

O evento levou a uma maior proteção policial em várias sinagogas e instituições judaicas nas principais cidades nos Estados Unidos, tais como Dallas, Nova Iorque e Los Angeles, para detetar qualquer possível ameaça antissemita decorrente do que aconteceu em Colleyville.

Leia Também: Reino Unido condena sequestro em sinagoga no Texas, EUA

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