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Mais de 140 mortos em combates no Iémen esta semana

Mais de 140 rebeldes e membros das forças pró-governamentais morreram esta semana no Iémen em combates que se têm intensificado em torno da cidade estratégica de Marib, indicaram hoje fontes militares e médicas.

Mais de 140 mortos em combates no Iémen esta semana
Notícias ao Minuto

15:50 - 24/09/21 por Lusa

Mundo Iémen

Marib é o último bastião do Governo no norte do Iémen, e os rebeldes huthis, apoiados pelo Irão, tentam há meses apoderar-se dele.

Pelo menos 51 combatentes leais ao Governo morreram nos últimos quatro dias, a maioria deles em combates na província de Chabwa, no sul do país, e na de Marib, afirmaram várias fontes militares citadas pela agência francesa AFP.

Segundo as mesmas fontes, pelo menos 93 rebeldes huthis morreram também em combates e bombardeamentos aéreos levados a cabo pela coligação liderada pela Arábia Saudita, em apoio às forças governamentais.

Os huthis raramente divulgam balanços de vítimas dos combates, mas o número de mais de 140 mortos foi confirmado por fontes médicas.

De acordo com as fontes militares, que falaram a coberto do anonimato, os huthis tomaram quatro distritos, um na província de Marib e três na de Chabwa.

"Três distritos em Chabwa caíram (...) no espaço de algumas horas", indicou uma das fontes à AFP.

Em fevereiro, os huthis intensificaram os seus esforços para tomar Marib, e os combates fizeram, desde então, centenas de mortos de ambos os lados.

O controlo dessa região rica em petróleo reforçaria a posição negocial dos Huthis em negociações de paz.

Na semana passada, pelo menos 50 rebeldes e soldados pró-governo foram mortos em confrontos na província de Al-Bayda, no centro do país, segundo fontes militares.

A guerra civil no Iémen, país pobre da península arábica, deflagrou em 2014, após uma ofensiva dos huthis, procedentes do norte.

O país tornou-se, desde então, a pior catástrofe humanitária do mundo, de acordo com a ONU, com dezenas de milhares de mortos, segundo ONG no terreno, e uma população à beira da fome.

Leia Também: No Iémen em guerra estão 16 milhões de pessoas em risco de fome

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