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Elementos ´jihadistas' nigerianos libertaram 10 reféns

Elementos 'jihadistas' nigerianos ligados ao grupo Estado Islâmico libertaram 10 reféns, incluindo sete trabalhadores de ajuda humanitária, depois de várias semanas de negociações, anunciaram hoje fontes envolvidas nos acordos.

Elementos ´jihadistas' nigerianos libertaram 10 reféns
Notícias ao Minuto

17:03 - 16/06/21 por Lusa

Mundo Nigéria

Os reféns foram raptados entre dezembro e abril no nordeste da Nigéria pelo grupo Estado Islâmico na África Ocidental (Iswap) e foram libertados na segunda-feira, segundo uma fonte das Nações Unidas e uma responsável da organização envolvida nos acordos, citadas pela agência France-Presse.

"Conseguimos a libertação de 10 reféns detidos pela Iswap, incluindo sete trabalhadores de ajuda humanitária", afirmou a chefe da Fundação Kalthum para a Paz, Ummu-Kalthum Muhammad, organização que participou nas negociações.

"Este é o resultado de longas semanas de discussões com os raptores", afirmou.

Entre os reféns libertados estão um trabalhador do Programa Alimentar Mundial (PAM) e outro do Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV), raptados em dezembro, assim como um funcionário do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), raptado em janeiro.

Os três foram raptados em bloqueios de estradas criados por 'jihadistas' na periferia da capital do estado de Borno, Maiduguri.

Os outros quatro trabalhadores de ajuda humanitária tinham sido raptados em abril na cidade de Dikwa, quando militantes do Iswap lançaram um ataque à cidade e destruíram um centro de operações da Organização das Nações Unidas (ONU).

Uma fonte nas Nações Unidas em Maiduguri confirmou à agência noticiosa a libertação de "vários trabalhadores de ajuda humanitária, incluindo pessoal da ONU".

Entre os restantes três reféns encontravam-se um padre católico, um professor universitário e um funcionário público, não tendo as duas fontes esclarecido se houve pagamento de resgate para a libertação dos reféns.

A ONU expressou, há alguns meses, a sua preocupação com o crescente número de raptos e ataques contra trabalhadores de ajuda humanitária no nordeste da Nigéria.

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