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"Ninguém está condenado a ficar para trás. O problema é de todos"

Santos Silva falava da Índia, país que está a viver uma tragédia na sequência da Covid-19 e que hoje bateu mais um recorde diário de vítimas mortais devido à doença.

"Ninguém está condenado a ficar para trás. O problema é de todos"

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, salientou este sábado, no âmbito da Cimeira Social, que se está a realizar na cidade do Porto, que a União Europeia (UE) continua a "participar nesse esforço" que é ajudar a Índia a lidar com a trágica situação sanitária que está a viver devido à Covid-19.

Apesar de garantir que Portugal, assim com outros Estados (europeus e não só), estão a tentar ajudar a Índia da melhor forma, o governante reconhece que auxiliar "um país com quase 1.400 milhões de habitantes tem necessidades muito diferentes de um país com 10 milhões".

"A Índia pediu apoio, como Portugal e tantos outros países e nós estamos a garantir esse apoio. Os EUA, a Alemanha e o Reino Unido apoiaram logo. E a UE, como tal, também. Temos de fazer esse esforço. Os líderes europeus farão hoje uma reavaliação das necessidades adicionais e, for preciso apoio adicional, nós cá estamos para tentar responder a isso", admitiu Santos Silva em entrevista à RTP 3.

Antes de terminar, o ministro fez questão de relembrar que Portugal também já necessitou de ajuda e que o mundo não derrotou o vírus enquanto houver um país a lidar com o SARS-CoV-2.

"A Índia vive uma situação muito grave, como nós já vivemos. Tenho falado com colegas ministros da Índia para demonstrar a minha solidariedade, mas também já chamei a atenção para o nosso exemplo. Em janeiro estávamos numa situação muito difícil, tomamos medidas firmes, as pessoas responderam a 100% e hoje somos dos melhores países da UE. Portanto, ninguém está condenado a ficar para trás nem ninguém se pode orgulhar de já ter resolvido o problema. O problema é de todos", realçou Santos Silva.

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