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Brasil com ligeira descida dos indicadores, supera as 414 mil mortes

Depois de atravessar a pior fase da pandemia, o Brasil parece assistir, agora, a um decréscimo dos principais indicadores da pandemia. Contabiliza, porém, um total de 414.399 óbitos associados à doença e mais de 14,9 milhões casos de infeção acumulados.

Brasil com ligeira descida dos indicadores, supera as 414 mil mortes

O Ministério da Saúde brasileiro notificou esta quarta-feira mais 73.295 casos de infeção por novo coronavírus, um registo menor do que o do dia anterior (77.359). São ainda confirmadas mais 2.811 mortes associadas à doença, também uma descida em relação à véspera (2.966).

O número acumulado de casos confirmados no país, com 212 milhões de habitantes, é agora de 14.930.183 e o total de vítimas mortais é de 414.399, segundo o avançado pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS).

Ainda de acordo com as autoridades sanitárias, a incidência da doença é agora de 197,2 mortes e 7.104,6 casos por cada 100 mil habitantes.

São Paulo (2.956.210), Minas Gerais (1.387.809), Rio Grande do Sul (992.471), Paraná (965.949), Bahia (916.951) e Santa Catarina (899.768) são os estados brasileiros que totalizam maior número de infeções acumuladas.

Quanto aos números de óbitos, as unidades federativas mais impactadas são São Paulo (98.710), Rio de Janeiro (45.581), Minas Gerais (34.837), Rio Grande do Sul (25.544), Paraná (23.249) e Bahia (18.897).

Jair Bolsonaro disse hoje que pode emitir um decreto para garantir aos cidadãos a "liberdade" de "trabalhar" e de "ir e vir", parcialmente restringida por medidas de autoridades regionais contra a disseminação da Covid-19. "Ninguém pode ser feliz se não tiver liberdade", afirmou Bolsonaro num evento sobre telecomunicações, no qual voltou a criticar as restrições à circulação de pessoas, já bastante relaxadas, mas ainda em vigor em muitas cidades do país.

Leia Também: "Ampliação do uso da cloroquina" motivou demissão de ex-ministro da Saúde

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