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Chefe da polícia da Frente Polisário foi morto no Sara Ocidental

O chefe da polícia da Frente Polisário foi morto terça-feira no território disputado do Sara Ocidental, anunciou hoje um comunicado do Ministério da Defesa sarauí.

Chefe da polícia da Frente Polisário foi morto no Sara Ocidental
Notícias ao Minuto

22:40 - 07/04/21 por Lusa

Mundo Frente Polisário

"O comandante da polícia nacional, o mártir Addah Al-Bendir caiu terça-feira no campo da honra, quando estava em missão militar na zona libertada de Rouss Irni, em Tifariti", uma localidade situada a norte do território e sob controlo dos independentistas, segundo o comunicado militar em Árabe, que não detalhou as circunstâncias do falecimento.

Nascido na região do Tiress em 1956, Addah Al-Bendir tinha aderido à Polisário em 1978, adiantou-se no texto.

Não foi possível confirmar estas informações de fonte oficial em Rabat.

Três meios marroquinos não especializados em assuntos militares noticiaram que a morte teria ocorrido na manhã de quarta-feira, segundo as suas fontes, durante uma operação realizada pela Polisário "a leste do muro" de areia que separara as duas partes, ao longo de mais de mil quilómetros no Sara Ocidental.

Depois de quase 30 anos de cessar-fogo, a hostilidades entre a Polisário e o reino magrebino regressaram em meados de novembro, depois de tropas de Marrocos terem entrado em uma zona tampão no extremo sul do Sara Ocidental para perseguir independentistas, que bloqueavam a única via para a África Ocidental, que consideravam ilegal.

Pela primeira vez desde há décadas, confrontos armados opuseram o Exército de Libertação Popular Sarauí (ELPS) às forças marroquinas, segundo o Ministério da Defesa da República Árabe Sarauí Democrática (RASD).

O ELPS reivindica quotidianamente ataques "contra posições das forças de ocupação marroquinas ao longo do muro de areia", sem ser possível confirmá-los de fonte independente.

A Polisário, que proclamou a RASD em 1976, continua a reclamar a realização de um referendo, previsto pela Organização das Nações Unidas quando foi assinado o cessar-fogo entre as partes, em 1991.

O Marrocos, que controla cerca de 80% deste vasto território desértico, propõe um plano de autonomia sob a sua soberania.

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