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Boris Johnson quer "colaboração estreita" com EUA no combate à pandemia

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, afirmou na terça-feira que pretende uma "colaboração estreita" com o novo presidente norte-americano, Joe Biden, no combate à pandemia de Covid-19 e posterior retoma.

Boris Johnson quer "colaboração estreita" com EUA no combate à pandemia

"Estou desejoso de colaborar estreitamente com a nova administração, enquanto lutamos contra a Covid e recuperamos da pandemia, mais fortes", disse Johnson em comunicado divulgado na véspera da tomada de posse de Biden como 46º presidente norte-americano. 

"Em matéria de luta contra a Covid e alterações climáticas, defesa, segurança e promoção e salvaguarda da democracia, os nossos objetivos são os mesmos e as nossas nações trabalharão de mãos dadas para alcançá-los", adiantou o primeiro-ministro britânico, na mensagem em que deixa "felicitações calorosas" a Biden pela investidura. 

Estando a cargo do Reino Unido a organização da próxima cimeira do G7 e da 26.ª Conferência das Partes (COP26) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas (em Glasgow, em novembro), Boris Johnson refere também na mensagem hoje divulgada estar desejoso de acolher o Biden em ambos os eventos.

Os eventos são vistos pela diplomacia britânica como relevantes para a sua afirmação internacional num cenário pós-saída da União Europeia ("Brexit").

Também hoje, o presidente da COP26, o britânico Alok Sharma, considerou "uma boa notícia" a eleição de Joe Biden, que prometeu reverter a decisão do seu antecessor, Donald Trump, de retirar os Estados Unidos dos Acordos de Paris sobre as alterações climáticas. 

Centrada na saúde e alterações climáticas, a cimeira do G7, que junta os sete países mais industrializados, poderá ser uma das primeiras cimeiras presenciais de líderes mundiais em quase dois anos, se a evolução da pandemia o permitir.

Ao longo do ano, o Governo britânico pretende organizar uma série de reuniões mais especializadas, por videoconferência e presenciais, sobre economia, ambientes, saúde, comércio, tecnologia, desenvolvimento e política externa com ministros do G7. 

De acordo com fontes da chefia do governo britânico, a intenção do Reino Unido é reforçar o papel do G7 como fórum de grandes democracias, não se colocando a reincorporação da Federação Russa, expulsa em 2014, depois de ter anexado a Península da Crimeia.

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