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"Quatro meses após adotar criança de sete anos, ele tentou asfixiar-me"

Após meses de abusos, mulher pediu ajuda e hoje a relação com o filho adotivo melhorou consideravelmente.

"Quatro meses após adotar criança de sete anos, ele tentou asfixiar-me"

Numa nova rubrica do Metro britânico, dedicada ao mês da Adoção, uma mulher partilhou o terror que viveu após decidir adotar uma criança de 7 anos.

A mulher revela que dias depois de o menino ter ido morar para sua casa, começou a contrariar tudo o que lhe era dito e a palavra 'não' passou a ser a sua preferida. "De repente, começou a contrariar tudo o que eu fazia, só porque lhe apetecia", conta.

Porém, nem sempre foi assim, lembra, referindo que se apaixonou pelo menino logo no primeiro dia em que o conheceu, em março de 2014, quando este se aproximou dela e a tratou por "mãe". Seguiram-se dez dias de convivência, para se conhecerem melhor.

Durante esse período, a criança demonstrou algumas atitudes "fora do normal", mas esta pensou que seriam totalmente normais dado que o menino estava prestes a mudar de casa, com uma mulher que ainda mal conhecia.

Em abril, a adoção tornou-se oficial. E o primeiro incidente deu-se três dias depois, quando a mulher tentou incentivar a criança a irem comprar roupa escolar e esta se negou e fez uma birra que só terminou quando caiu "para o lado de cansaço".

O que se seguiu foram sucessivas birras e abusos por parte da criança, que afirmava que "odiava" a nova mãe e que não queria viver com ela.

O fatídico dia aconteceu quando a mulher lhe preparou um pequeno almoço de que o menino não gostou. Nessa manhã, o menino tentou asfixiar a mulher e empurrá-la pelas escadas abaixo. Nesse dia, a mulher deu por si num parque de estacionamento a chorar sozinha e percebeu que precisava de ajuda.

Ligou para os serviços de assistência social e foi aí que tudo mudou. Desde então, a mulher e a criança têm ido a consultas de terapia e aprendido técnicas para resolução de conflitos. "Aprendi que o humor e a comida são a melhor forma de resolver os problemas com o meu filho", afirma, referindo,  no entanto, que a maior aprendizagem que recebeu foi a da confiança.

"A melhor coisa que este workshop me deu foi a confiança em mim própria para saber que podia gerir qualquer situação. Desbloquear isto dissipou a dúvida que muitas vezes tinha na minha mente sobre se eu era ou não uma boa mãe", afirma referindo que apesar de ter demorado muitos meses a perceber isso, no final, valeu a pena.

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