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Turquia rejeita críticas da UE e diz que deseja integrar o bloco europeu

A Turquia classificou hoje como "injustas, desproporcionais e baseadas em preconceito" as críticas da Comissão Europeia na sua última avaliação do progresso dos países candidatos à adesão à União Europeia, e garantiu continuar comprometida em entrar no bloco europeu.

Turquia rejeita críticas da UE e diz que deseja integrar o bloco europeu
Notícias ao Minuto

10:46 - 07/10/20 por Lusa

Mundo Turquia

"O relatório 2020 sobre a Turquia mostra os preconceitos, a falta de espírito construtivo e a dupla medida", lamentou o Ministério dos Negócios Estrangeiros turco num comunicado publicado no seu portal oficial na internet, referindo-se ao documento sobre o alargamento do bloco apresentado na terça-feira pela Comissão Europeia Bruxelas.

A Comissão considerou na sua análise que "a Turquia tem continuado a afastar-se da União Europeia, com sérios recuos nas áreas da democracia, Estado de Direito, os direitos fundamentais e a independência do poder judicial", considerou o executivo comunitário", reiterando ter-se chegado a um impasse negocial com Ancara.

A Turquia referiu que são críticas "injustas e desproporcionais" ao sistema presidencial e eleitoral, assim como a "várias decisões legais e administrativas e medidas preventivas legítimas na luta contra o terrorismo" tomadas pelo país.

O comunicado do ministério afirmou que a Turquia continua a ser um país candidato "apesar da atitude tacanha de alguns círculos da UE, que se esforçam para obstruir as negociações".

"A Turquia não se distanciou da UE, mas continua comprometida com o processo de adesão, apesar dos esforços de alguns círculos para distanciá-la", sublinhou ainda o comunicado.

O atual pacote do alargamento da UE diz respeito aos países dos Balcãs Ocidentais e à Turquia. Foram lançadas negociações de adesão com o Montenegro (2012), a Sérvia (2014) e a Turquia (2005).

Em março de 2020, os Estados-membros concordaram em abrir negociações de adesão com a Macedónia do Norte e a Albânia. A Bósnia-Herzegovina (que apresentou o pedido de adesão à UE em fevereiro de 2016) e o Kosovo (cujo Acordo de Estabilização e de Associação entrou em vigor em abril de 2016) são candidatos potenciais.

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