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Rússia regista quase nove mil casos de infeção nas últimas 24 horas

As autoridades de saúde russas anunciaram hoje ter registado quase 9.000 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, o que representa um dos maiores aumentos desde junho passado.

Rússia regista quase nove mil casos de infeção nas últimas 24 horas
Notícias ao Minuto

14:23 - 01/10/20 por Lusa

Mundo Covid-19

Os 8.945 casos detetados constituem quase o dobro do que as autoridades de saúde registavam no final de agosto.

Na segunda-feira, a Rússia registou mais de oito mil novos casos de contágio de covid-19, 2.217 dos quais em Moscovo.

Os novos casos elevaram o total de pessoas infetadas pelo novo coronavírus para 1,18 milhões, sendo o quarto país do mundo com maior número de casos.

A Rússia registou também 20.796 mortes confirmadas, o 12.º valor mais alto do mundo, de acordo com uma contagem da Universidade Johns Hopkins.

Apesar dos aumentos, as autoridades já rejeitaram várias vezes impor um segundo confinamento no país ou adotar mais restrições.

No entanto, o Kremlin pediu, na semana passada, aos idosos que se mantivessem em casa e apelou às empresas para que incentivem o teletrabalho.

Além disso, o presidente da câmara de Moscovo prolongou em duas semanas as férias escolares, que começam em 05 de outubro.

O Presidente russo, Vladimir Putin, pediu na segunda-feira aos russos que continuem atentos a sintomas e condições de segurança.

A Rússia foi o primeiro país do mundo a aprovar uma vacina contra o novo coronavírus, em agosto.

O anúncio sobre a vacina Sputnik V foi criticado por muitos especialistas a nível global porque os testes só foram efetuados em algumas dezenas de pessoas, sendo ainda necessário proceder-se a mais estudos antes de se estabelecer a substância como uma vacina segura e eficaz. 

A pandemia de covid-19 já provocou mais de um milhão de mortos e mais de 34 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Os Estados Unidos são o país com mais mortos (206.959) e também com mais casos de infeção confirmados (mais de 7,2 milhões).

Seguem-se, em número de mortos, o Brasil (143.952 mortos, mais de 4,8 milhões de casos), Índia (98.678, mais de 6,3 milhões de infetados), México (77.646, mais de 743 mil infetados) e Reino Unido (42.143 mortos, mais de 453 mil casos).

A Rússia é o quarto país do mundo em número de infetados, depois de EUA, Índia e Brasil, com mais de 1,1 milhões de casos, seguindo-se a Colômbia, com mais de 829 mil casos e 25.998 mortos, e o Peru, com mais de 814 mil casos e 32.463 mortos.

Na Europa, o maior número de vítimas mortais regista-se no Reino Unido (42.143 mortos, mais de 453 mil casos), seguindo-se Itália (35.894 mortos, mais de 314 mil casos), França (31.956 mortos, mais de 563 mil casos) e Espanha (31.791 mortos, mais de 769 mil casos).

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