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  • 30 SETEMBRO 2020
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Presidente do Sri Lanka empossa Governo que inclui outros três Rajapaksa

O Presidente do Sri Lanka empossou hoje o novo Governo, que inclui dois dos seus irmãos mais velhos e um sobrinho, após a vitória eleitoral da passada quarta-feira.

Presidente do Sri Lanka empossa Governo que inclui outros três Rajapaksa

Os 26 membros do Governo incluem o primeiro-ministro, Mahinda Rajapaksa, que assume também as pastas das Finanças, Desenvolvimento Urbano e Assuntos Budistas.

O irmão mais velho, Chamal Rajapaksa, é ministro da Irrigação e Namal Rajapaksa é ministro da Juventude e do Desporto.

O Presidente, Gotabaya Rajapaksa, também nomeou o seu advogado como ministro da Justiça.

Ali Sabry defendeu Gotabaya quando enfrentou processos judiciais relacionados com corrupção durante a Presidência de Mahinda Rajapaksa.

O Partido Podujana do Sri Lanka (SLPP, na sigla inglesa), do primeiro-ministro, Mahinda Rajapaksa, e do seu irmão, o Presidente Gotabaya, venceu as eleições legislativas na quarta-feira da semana passada, conseguindo, com aliados, dois terços dos lugares no Parlamento.

Analistas avisam, no entanto, que qualquer mudança que desestabilize o equilíbrio de poder entre os Rajapaksas poderá desencadear uma rivalidade entre irmãos.

Cinco membros da família Rajapaksa ocupam assentos parlamentares: Mahinda Rajapaksa, o seu filho Namal, o irmão mais velho Chamal e o seu filho Sashindra, e um sobrinho, Nipuna Ranawaka.

Mahinda Rajapaksa tem tentado promover Namal como o seu herdeiro.

Os irmãos Rajapaksa desfrutam de uma grande popularidade entre a maioria étnica cingalesa, por, em 2009, terem conseguido colocar fim a quatro décadas de guerra civil com a minoria tâmil, num conflito que provocou mais de 100.000 mortes.

Agora, primeiro-ministro e Presidente defendem que é necessário um regresso à concentração do poder, para garantir a paz e o desenvolvimento no Sri Lanka.

Desde a vitória presidencial de Gotabaya Rajapaksa, a população aderiu amplamente ao programa populista da família, que beneficiou de uma onda de nacionalismo, após os ataques 'jihadistas' que mataram 279 pessoas, na Páscoa em 2019.

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