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FMI regista progressos na Guiné Equatorial mas pede que se cumpram prazos

O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou hoje que registou progressos na implementação de programas pela Guiné Equatorial, mas alertou para a necessidade de as autoridades respeitarem o cronograma para as reformas estruturais.

FMI regista progressos na Guiné Equatorial mas pede que se cumpram prazos

Num comunicado emitido hoje, o FMI fez um balanço de uma visita de uma missão liderada por Lisandro Abrego, que esteve em Malabo entre 05 e 13 de fevereiro, tendo-se reunido com membros de Governo, sociedade civil e setor privado.

A visita serviu para a missão registar o Programa de Financiamento Ampliado (EFF, na sigla inglesa) na Guiné Equatorial, que visa apoiar as reformas económicas em curso no país.

"A missão observou que estão a ser feitos progressos com a implementação de programas na área macrofiscal. Os dados preliminares sugerem que o equilíbrio orçamental melhorou em 2019, com uma redução significativa do saldo primário não petrolífero", refere a organização, sediada na capital norte-americana.

Citado pelo documento, Lisandro Abrego considerou que estes resultados foram impulsionados pela limitação de despesas e implementação de mecanismos de acompanhamento executados no último ano.

O responsável do FMI alertou que é necessário, para cumprir o Orçamento para este ano, "disciplina", assim como "melhorias significativas a nível da administração fiscal e aduaneira".

Sobre a implementação de reformas, Abrego assinalou que é um processo que "ainda agora começou" e que é "muito cedo para fazer uma avaliação".

"No seu diálogo com as autoridades, a missão assinalou a importância de se aderir ao cronograma para a implementação destas reformas, que são fundamentais para alcançar os objetivos do programa nas áreas macroeconómicas, da diversificação económica, governação e anticorrupção", acrescentou Abrego.

O comunicado indica ainda que a missão saudou a decisão das autoridades de publicarem os contratos firmados no setor dos hidrocarbonetos, medida que teve início esta semana.

"A equipa aguarda a publicação do conjunto completo de contratos", vincou o chefe da missão.

A missão destacou a importância de se abordarem os pontos fracos no setor bancário, para "fomentar a estabilidade financeira e apoiar a recuperação da economia não-petrolífera e a diversificação económica".

Durante a visita, a equipa liderada por Lisandro Abrego reuniu-se com o ministro das Finanças, Economia e Planeamento, César Mba Abogo, com o ministro das Minas e dos Hidrocarbonetos, Gabriel Obiang Lima, e com outros responsáveis governamentais, assim como com representantes do setor privado e de organizações da sociedade civil.

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