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Voo que repatria europeus de Wuhan ainda em Paris. Atraso é de 20 horas

A cidade chinesa é o epicentro do novo coronavírus que só neste país já matou 213 pessoas.

Voo que repatria europeus de Wuhan ainda em Paris. Atraso é de 20 horas

O voo que vai repatriar cidadãos europeus de Wuhan, na China, ainda está em Paris, avança a SIC Notícias. Está atrasado 20 horas porque ainda não terá obtido autorização final do governo chinês. A cidade chinesa é o epicentro do novo coronavírus que só neste país já matou 213 pessoas. 

Recorde-se que a aeronave saiu do aeroporto de Beja, esta quinta-feira, pelas 10h06. Até chegar a território chinês, o aparelho tem duas paragens: Em Paris, França, e em Hanói, no Vietname. Mas ainda não saiu, na manhã desta sexta-feira, da capital francesa. 

Na terça-feira, foi anunciado que a UE iria enviar dois aviões durante esta semana à região chinesa de Wuhan para repatriar 250 franceses e outros 100 cidadãos europeus que o solicitassem, independentemente da nacionalidade. 

Quanto a portugueses que irão ser retirados da região, os números divergem. Fonte do executivo comunitário adiantou esta quarta-feira à agência Lusa que "17 portugueses" queriam abandonar a cidade chinesa, mas o Governo adiantou ao Notícias ao Minuto que são 15 - dos quais 14 residentes em Wuhan.

Esta quinta-feira, Marta Temido garantiu que os cidadãos nacionais que regressem de Wuhan, na China, o epicentro do novo coronavírus, "são rastreados à partida e são rastreados à chegada" a Portugal. "O confinamento a um espaço de isolamento, seja ele um espaço domiciliário ou outro tipo de espaço, está a ser ainda estudado e preparado porque depende da condição clínica destas pessoas", explicou ainda a ministra da Saúde.

Anteriormente, Augusto Santos Silva tinha alertado, em declarações à rádio Antena 1, que não podia adiantar a data em os cidadãos nacionais que vão chegar ao nosso país. Em declarações à Lusa, o ministro dos Negócios Estrangeiros sublinhou que a "operação é muito complexa, quer do ponto de vista logístico, quer do plano diplomático", tendo exigido uma delicada montagem e coordenação dos países europeus. 

Também ontem, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou o novo coronavírus como emergência de saúde pública internacional mas explica que o número de casos se tem "mantido relativamente pequeno" fora da China, fazendo esta declaração para evitar maior propagação.

Várias companhias aéreas decidiram suspender ou reduzir os seus voos para a China continental face à propagação do novo coronavírus (família de vírus que pode causar pneumonia viral).

A cidade chinesa de Wuhan, epicentro do surto do novo coronavírus, está isolada do mundo desde há uma semana, como a quase totalidade da província de Hubei, onde vivem 56 milhões de pessoas, impedidas de deixar a região.

Recorde-se que os sintomas associados à infeção causada pelo coronavírus com o nome provisório de 2019-nCoV são mais intensos do que uma gripe e incluem febre, dor, mal-estar geral e dificuldades respiratórias, como falta de ar.

[Notícia atualizada às 07h45]

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