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As diferentes posições do jurista da equipa de Trump sobre 'impeachment'

Em 1998, Alan Dershowitz dizia que não era necessário Clinton ter cometido um crime para ser alvo de 'impeachment'. Agora tem uma opinião diferente sobre o caso de Trump.

As diferentes posições do jurista da equipa de Trump sobre 'impeachment'

O jurista Alan Dershowitz é um dos elementos que compõem a equipa que vai defender Donald Trump no processo de 'impeachment' que chegou ao Senado norte-americano. Este domingo afirmou num programa da CNN que, na sua defesa de Trump, vai citar o antigo juiz do Supremo Benjamin Curtis, que disse que os autores da Constituição pretendiam que uma conduta passível de ser alvo de 'impeachment' implicava uma "conduta criminal". 

Mas a ideia de que o processo de 'impeachment' só pode ser concebível se implicar "conduta criminal", como defende agora Alan Dershowitz, é diferente daquilo que defendia em 1998 durante o processo de 'impeachment' de que o então presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, foi alvo. 

Na altura, Dershowitz argumentou que um presidente não tinha de cometer um "crime técnico" para que isso constituísse uma conduta passível 'impeachment'. 

"Não tem de ser um crime se houver alguém que corrompeu completamente o cargo de presidente e que abusa da confiança e representa um grande perigo para a liberdade, nesse caso não é preciso cometer um crime técnico", destacou numa entrevista no programa 'Larry King Live' em agosto de 1998. 

Esta segunda-feira, porém, insistiu que a sua posição não mudou desde o processo de 'impeachment' de Clinton, e referiu que ainda acredita que o Congresso não precisa de um "crime técnico" para avançar com o processo de 'impeachment'. No entanto, acrescentou que o Congresso precisa de se basear num "comportamento criminoso" relacionado com "traição e suborno" para corresponder aos critérios necessários ao processo de destituição. 

"É o mesmo argumento", realçou em sua defesa Alan Dershowitz em declarações à MSNBC

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