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NATO manifesta apoio aos esforços de negociação dos EUA no Afeganistão

O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, assegurou hoje que a organização "apoia plenamente" os esforços de negociação dos EUA para um acordo de paz com os talibãs no Afeganistão, após um encontro com o secretário de Estado norte-americano.

NATO manifesta apoio aos esforços de negociação dos EUA no Afeganistão
Notícias ao Minuto

14:13 - 03/09/19 por Lusa

Mundo Stoltenberg

"Boa discussão com @SecPompeo sobre as questões de segurança. A NATO apoia plenamente os esforços para alcançar a paz no Afeganistão. Condeno os horríveis ataques recentes. A NATO permanece empenhada no seu apoio às forças afegãs", referiu Stoltenberg numa mensagem por Twitter.

Pelo menos 16 civis foram mortos num atentado reivindicado pelos talibãs que abalou Cabul no final do dia de segunda-feira durante uma visita do enviado e negociador norte-americano Zalmay Khalilzad.

A explosão ocorreu perto de um vasto complexo onde estão instaladas agências de ajuda e organizações internacionais, num momento em que Washington se esforça para concluir um acordo de paz com a rebelião talibã.

Segundo Khalilzad, o projeto de acordo de paz para terminar com 18 anos de guerra neste país asiático prevê uma retirada norte-americana de cinco bases militares dentro de 135 dias, caso os talibãs cumpram os seus compromissos.

Os Estados Unidos comprometeram-se em consultar os seus aliados da NATO sobre a retirada das suas forças deslocadas no Afeganistão. A Aliança anunciou o fim das suas operações de combate no país em 2014.

Cerca de 16.000 homens, incluindo 8.000 soldados norte-americanos, permanecem no terreno no âmbito da missão da NATO Resolute Support, justificada pela necessidade de ajudar as Forças Armadas afegãs a manterem a segurança no país.

No decurso desta visita de dois dias a Bruxelas, Pompeo deve ainda encontrar-se com os novos responsáveis da União Europeia (UE).

As relações entre a UE e Washington desde a chegada de Donald Trump ao poder em janeiro de 2017 têm sido assinaladas por fortes tensões, em particular sobre o dossier iraniano, o comércio ou o combate às alterações climáticas.

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