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Marido de deputada foi morto com 30 tiros. Suspeitos são os 55 filhos

Crime está a chocar o Rio de Janeiro. Dois dos 55 filhos da mulher do pastor evangélico, uma deputada federal, já estão detidos.

Marido de deputada foi morto com 30 tiros. Suspeitos são os 55 filhos

O pastor evangélico Anderson do Carmo, casado com a deputada brasileira Flordelis, foi morto com cerca de 30 tiros no passado dia 16 de junho, em sua casa, no Rio de Janeiro.

Antes de explicar o crime, um breve contexto. Flordelis, uma deputada de 58 anos do Partido Social Democrático (PSD) pelo Rio de Janeiro, teve quatro filhos biológicos - os restantes 51 filhos são adotivos. O mais novo tem sete anos e o mais velho tem 40. Seis são casados e já saíram de casa, os restantes moram todos na residência familiar, em Niterói.

No domingo em que ocorreu o crime, que aconteceu por volta das 4h00 da manhã, a deputada e o marido estavam a regressar a casa depois de uma festa quando se aperceberam de que estavam a ser seguidos por dois veículos motorizados. Já em casa, depois de estacionar o carro, Anderson voltou à garagem por se ter esquecido de algo e foi abatido.

O homem de 42 anos ainda foi levado para o hospital mas não resistiu aos ferimentos. A assessoria da deputada federal comunicou a notícia através do Facebook.

Desde o início que os filhos são apontados como suspeitos, tendo um deles dito logo à Polícia Civil que suspeitava que a mãe e três irmãs podiam ter sido responsáveis pelo crime e que teriam pago a um dos irmãos, mais novo, para matar Anderson.

Na passada quinta-feira, dia 20, a polícia do Rio de Janeiro determinou a prisão preventiva de dois dos filhos da deputada, suspeitos de terem participado no crime. A Polícia Civil avançou com as detenções depois de Flávio dos Santos Rodrigues, de 38 anos, filho biológico de Flordelis, ter confessado a sua participação no homicídio do padrasto, assim como a participação de Lucas Cezar dos Santos de Souza, de 18 anos, filho adotivo.

Notícias ao MinutoDeputada com os 55 filhos, no Dia da Mãe do ano passado© Reprodução

A delegada policial Bárbara Lomba, encarregue do caso, diz, porém, que não descarta a participação de qualquer familiar no homicídio do pastor. “Não podemos descartar ninguém que estava próximo da cena do crime. Provavelmente, a motivação do crime está relacionada com alguma questão familiar, mas não se sabe de que natureza. Tudo indica que tem a ver com as relações familiares, quem convivia com a vítima”, indicou, citada pela Folha de S. Paulo.

Anderson do Carmo era amigo pessoal da atual ministra do Estado da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, que recorreu ao Twitter para lamentar a morte do pastor.

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