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Conselheiro John Bolton diz que ministro da Defesa está contra Maduro

O conselheiro para a Segurança Nacional da Casa Branca, John Bolton, assegurou hoje que três importantes figuras do Governo venezuelano, incluindo o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, estão contra o Presidente do país, Nicolás Maduro.

Conselheiro John Bolton diz que ministro da Defesa está contra Maduro

Em declarações aos 'media', Bolton disse que Padrino, o presidente do Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela, Maikel Moreno, e o comandante da Guarda de Honra presidencial, Iván Rafael Hernández, comunicaram à oposição que "Maduro deve partir" e pediu-lhes diretamente para se pronunciaram oficialmente contra o Presidente "durante esta tarde".

Previamente, o Governo norte-americano apelou hoje aos militares e povo venezuelano para que combatam a "usurpação da democracia", na sequência do lançamento de uma operação pelo autoproclamado Presidente venezuelano, Juan Guaidó, para enfrentar militarmente Nicolás Maduro.

A posição foi tomada pelo conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, John Bolton, e pelo secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, tendo ambos divulgado declarações de apoio na rede social Twitter.

Na rede social, John Bolton instou as Forças Armadas da Venezuela a defender "as instituições legítimas contra a usurpação da democracia", enquanto Mike Pompeo garantiu que os Estados Unidos "apoiam absolutamente o povo venezuelano na sua procura pela liberdade e a democracia".

Juan Guaidó, reconhecido como presidente interino da Venezuela por mais de 50 países, anunciou, hoje de madrugada, o lançamento da "Operação Liberdade".

Os opositores permaneciam concentrados em diversas zonas do leste de Caracas, apesar de durante semanas terem referido que se dirigiriam ao Palácio de Miraflores, a residência oficial de Maduro, para exigir um gabinete para Juan Guaidó, que se autoproclamou Presidente e designou um governo interino em janeiro.

Em paralelo, foram organizadas manifestações de apoio ao regime, enquanto se iniciavam confrontos entre as forças de segurança e grupos de jovens.

O autoproclamado presidente interino considerou que os militares deram "finalmente e de vez o passo" para o acompanhar e conseguir "o fim definitivo da usurpação" do Governo de Maduro.

"O 1 de maio, o fim definitivo de usurpação começou hoje", disse Guaidó num vídeo publicado na sua conta na rede social Twitter, no qual surgia acompanhado por um grupo de soldados na base de La Carlota, a leste de Caracas.

O Governo do Presidente da Venezuela garantiu que foi "derrotada a tentativa de golpe de Estado" promovida por "um reduzido grupo de militares traidores".

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