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Oposição intimidação da guerrilha colombiana contra oposição venezuelana

Um deputado da oposição venezuelana denunciou hoje o envolvimento do Exército Nacional de Libertação (ELN), organização de guerrilha colombiana, em atividades de intimidação em solo venezuelano, de apoio ao regime do Presidente da Venezuela Nicolas Maduro.

Oposição intimidação da guerrilha colombiana contra oposição venezuelana

Segundo o deputado Franklin Duarte, que fez a denúncia na sua conta da rede social Twitter, efetivos do ELN marcaram com uma cruz e as iniciais da organização as residências de elementos da oposição no município venezuelano de Junín, no Estado de Táchira.

"Em Táchira as casas foram marcadas no município Junín e também lhes meteram por debaixo da porta um panfleto com nomes de dirigentes, entre eles o meu nome", denunciou o parlamentar.

Franklyn Duarte responsabilizou o presidente da Câmara Municipal de Junín, Angel Márquez e membros do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV, no poder) pelo que venha a acontecer aos dirigentes referenciados.

Entretanto, através do Twitter foram divulgadas fotos das marcas alegadamente feitas pelo ELN e alguns utilizadores desta rede social acusaram membros dos "coletivos" (grupos de motociclistas armados afetos ao regime) de terem identificado os elementos da oposição.

Nos panfletos colocados por debaixo das portas das casas "o comando central da Frente Gustavo Villamizar, pertencente ao ELN" apela aos "aliados da revolução" a que estejam "atentos e firmes perante as ameaças do império norte-americano e dos aliados colombianos e do Brasil".

"Nós, em perfeita união cívico militar, conjuntamente com todas as forças bolivarianas e aliados, declaramos objetivos políticos e inimigos públicos da revolução um grupo de traidores, apátridas que são obstáculo para o bom desempenho das políticas sociais do nosso comandante chefe e Presidente operário Nicolás Maduro", lê-se nos panfletos.

Nos panfletos adianta-se que foram identificados "12 apóstolos do terror em Rúbio. Têm a morte perto e não descansaremos até libertar a Venezuela e a revolução".

O documento continua advertindo que no próximo dia 01 de maio, data para que estão convocadas manifestações da oposição e pró-regime em várias regiões da Venezuela, querem paz no município.

"Já estão advertidos. Caso contrário, vocês e as vossas famílias pagarão as consequências", conclui.

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