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  • 23 OUTUBRO 2019
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Na maior favela do mundo também se assinalou dia em defesa do Planeta

Esta sexta-feira ficou marcada pela greve climática estudantil que, por todo o mundo, juntou centenas de milhares de estudantes de 112 países, incluindo o Quénia.

Longe das objetivas e fora dos palcos mediáticos, as crianças da Kibera também quiseram juntar a sua voz às de milhares que por todo o mundo se uniram para gritar mais alto em defesa do Planeta.

“Também nós decidimos aderir à iniciativa ‘Global Strike for Future’, uma iniciativa da FridaysForFuture, #GretaThunberg, que ocorre hoje [sexta-feira, dia 15] em todo o mundo e fazer uma ação de sensibilização com as crianças da From Kibera With Love aqui em Kibera, no Quénia”, pode ler-se na legenda que acompanha as fotografias das crianças a segurarem os seus cartazes.

“Porque proteger o nosso planeta é uma tarefa de todos e de todos os dias! Bora lá, cuidar do nosso mundo” é a mensagem deixada.

Em Nairobi, cerca de uma centena de jovens manifestou-se no bosque de Karura, um dos pulmões da capital e o último bosque indígena dentro de uma cidade. 

Em Lisboa, milhares de alunos desfilaram até à Assembleia da República empunhando cartazes onde se podia ler "A Terra esgotou a sua paciência e nós também", "Justiça climática já" ou ainda "Estado de Emergência". 

Coimbra, Covilhã, Porto, Évora, Portalegre, Faro, Horta e Funchal foram algumas das cidades onde o protesto teve uma elevada adesão, com os estudantes a dizerem-se "fartos de blá blá blá" e a exigirem "justiça climática", até porque o "capitalismo não é verde".

Em Portalegre, o protesto fez-se junto ao plátano conhecido por ter a maior copa da Península Ibérica: Cerca de 100 jovens dos 12 aos 17 anos exigiram aos políticos ações contra as alterações climáticas. Na Covilhã o protesto foi levado a cabo por estudantes da Universidade da Beira Interior que se vestiram de negro, de luto pelo planeta, e a quem se juntaram os agricultores da região.

Nas ilhas, os jovens também se fizeram ouvir: cerca de 30 açorianos protestaram em frente à Assembleia Legislativa enquanto outros 200 madeirenses se manifestavam no Funchal, em frente ao governo. E assim foi mundo fora.

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