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Guia para decifrar todos os alimentos processados

Há alimentos processados e alimentos processados. Alguns são um verdadeiro veneno para a saúde e outros não fazem sequer jus ao nome penoso que portam. Aprenda a distingui-los.

Guia para decifrar todos os alimentos processados
Notícias ao Minuto

20:00 - 14/02/17 por Daniela Costa Teixeira

Lifestyle Dicas

Um alimento processado é aquele que não é natural, ou seja, que é o resultado da produção feita através de matéria-prima. Um alimento processado pode ser o resultado industrial aplicado a um único alimento ou a vários, sendo comum a adição de corantes, conservantes e aditivos vários (como o açúcar nas suas mais variadas formas) para que alcance o sabor, a textura e a cor ideal.

Mas há alimentos processados e alimentos processados. Isto é, há alimentos processados tal como os que conhecemos e que sabemos que fazem mal e há alimentos processados não tão nocivos e que nem sequer olhamos para eles como tal.

Para tentar esclarecer todas as dúvidas sobre aquilo que comemos diariamente, o The Washington Posto criou um guia para decifrar todos os alimentos processados, sendo que quanto maior for o nível, menores são os benefícios para a saúde.

No nível 1, o jornal inclui os alimentos não processados, ou seja, todos os alimentos no seu estado natural, como é o caso das frutas, dos vegetais e dos legumes. Aqui, são ainda incluídos os alimentos que sofrem algum tipo de processamento, mas que afetam os nutrientes e benefícios do alimento, como a ultracongelação.

No nível 2 estão os alimentos que são processados na hora de confeção. Porém, há que salientar que para processar não é necessário triturar ou desfazer, basta adicionar sabor, cor ou melhorar a textura. Deste modo, no nível 2 estão os alimentos aos quais se adiciona algo, ou seja, as refeições que fazemos ao almoço e ao jantar pois não comemos determinados alimentos no seu estado cru, como a carne (como por exemplo a massa com frango em molho de tomate, o salmão grelhado com azeite, a salada temperada com vinagre ou até mesmo as pipocas).

Já no nível 3 estão os alimentos que foram processados por conter dois ou três ingredientes, como o amendoim salgado, o atum em lata e o pão. Estes alimentos podem ser ou não saudáveis, dependendo da forma como são confecionados.

Por fim, e já no leque dos alimentos a evitar, está o nível 4, que inclui os alimentos ultra-processados, ou seja, aqueles que são uma versão completamente diferente do que seriam no original. Aqui entram os alimentos que se compram nas grandes superfícies e que são ricos em aditivos para serem apelativos. Estes alimentos tendem a pecar por excesso de sal, açúcar e gorduras trans.

Os alimentos ultra-processados já não dependem da mão humana e são o resultado de formulações industriais de mais de quatro ou cinco ingredientes. Bolachas, batatas fritas, bolos, cereais de pequeno-almoço, refrigerantes, sopas instantâneas e gelados, entre outros.

Embora estes alimentos do nível 4 sejam de evitar ao máximo, nem tudo são boas notícias e existem formas de processar os alimentos em casa e sem que a saúde fique em risco. Falamos dos fermentados e germinados, duas vertentes alimentares que aumentam os benefícios para a saúde. A congelação pode também melhorar os alimentos.

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