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Como ter relações sexuais seguras

A propósito do Dia da Juventude, que se assinala este sábado, 12 de agosto, a enfermeira Catarina Esteves assina este artigo de opinião, em exclusivo para o Lifestyle ao Minuto.

Como ter relações sexuais seguras
Notícias ao Minuto

17:08 - 12/08/23 por Notícias ao Minuto

Lifestyle Artigo de opinião

Proteger a saúde sexual faz parte de cuidar da saúde e o bem-estar de homens e mulheres em qualquer idade. As relações sexuais precisam de ser consensuais e as pessoas devem sentir-se protegidas. Ao termos relações sexuais seguras estamos a proteger o nosso corpo e a garantir uma boa saúde sexual. 

Ter uma relação sexual segura significa ter sexo protegido durante cada encontro sexual. Diz também respeito a qualquer contato sexual que protege a pessoa e o(s) seu(s) parceiro(s) sexual(ais) contra infeções sexualmente transmissíveis (ISTs) e gravidez. Acontece quando não envolve a troca de fluidos corporais como esperma, fluidos vaginais ou sangue com quem se tem contato íntimo oral, vagina ou anal.

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Ao optarmos por ter relações sexuais seguras estamos a reduzir a possibilidade de contrair uma IST a ajudamos a mantermo-nos e aos nossos parceiros saudáveis e seguros. Isso é especialmente importante, pois certas ISTs não têm cura, algumas não têm sintomas e outras podem levar a problemas de saúde mais complicados.

Relações sexuais seguras

Usar preservativos é a forma número um para praticar sexo seguro. Os preservativos são uma forma de contraceção de barreira e não podem ser reutilizados. Funcionam para impedir que os fluidos corporais entrem na vagina, boca ou ânus, diminuem o risco de contrair ISTs e previnem a gravidez. Existem preservativos masculinos e femininos, que devem ser usados sempre que exista atividade sexual e nunca ambos ao mesmo tempo.

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Saber como usar corretamente o preservativo é crucial para praticar sexo seguro. No entanto, os preservativos não são 100% seguros, pois podem rasgar e também não protegem contra algumas ISTs transmissíveis pelo contacto de pele com pele.

Além disso, conhecer o parceiro sexual é importante, pois vamos sentirmo-nos à vontade para falar sobre experiências sexuais passadas antes de iniciar qualquer atividade sexual. A comunicação aberta sobre a saúde sexual de ambos é fundamental para tomar decisões informadas.

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Para garantir a sua segurança e proteção é fundamental que tenha as vacinas em dia. Existem algumas ISTs que podem ser transmitidas mesmo quando o preservativo está a ser utilizado, por contato pele a pele, e podem levar a complicações graves de saúde.

Se após uma relação sexual a dúvida persistir, faça o teste. Fazer exames para ISTs é outro aspeto necessário da prática de sexo seguro. Realizar o teste regularmente é um modo importante de garantir que qualquer infeção seja detetada precocemente e tratada. Isso inclui exames ginecológicos regulares, testes de ISTs e aconselhamento em relação ao uso de métodos contracetivo.

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Importância de estar informado

Cuidar da saúde sexual é uma responsabilidade pessoal que pode ter um impacto positivo e, para isso é essencial tomar decisões informadas e esclarecidas. Assim sendo, deve consultar profissionais de saúde especializados para obter o aconselhamento e suporte apropriados. 

Ao praticar sexo seguro e de forma informada, está a prevenir a transmissão de ISTs, como o VIH, sífilis, gonorreia, clamídia, herpes genital e hepatites virias.

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Além disso, o uso de métodos contracetivos eficazes, como pílulas anticoncecionais, dispositivos intrauterinos (DIUs), implantes e preservativos, ajudam a prevenir gravidez. O planeamento familiar adequado é essencial para que as pessoas possam fazer escolhas informadas sobre a maternidade/paternidade.

As relações sexuais seguras também podem fortalecer a confiança e a intimidade entre parceiros, permitindo com que ambos se sintam confortáveis ​​e conectados e capazes de conversar abertamente sobre, por exemplo, a prevenção contra IST.

Os médicos, enfermeiros e outros especialistas podem fornecer as informações necessárias e verosímeis para que as pessoas optem por ter relações sexuais seguras, que contribuam para uma maior prevenção contra ISTs, reduzindo assim o estigma social que muitas vezes lhes está associado. Ter acesso a informação é, também, uma forma de proteção.

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