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Dos sinais aos riscos, o que deve saber sobre vírus contraído por Anitta

É possível que já tenha ouvido falar da 'doença do beijo'. Mas sabe realmente do que se trata?

Dos sinais aos riscos, o que deve saber sobre vírus contraído por Anitta
Notícias ao Minuto

09:06 - 06/12/22 por Notícias ao Minuto

Lifestyle Vírus Epstein-Barr

Anitta revelou recentemente que foi diagnosticada com o vírus Epstein-Barr (VEB), que pertence ao grupo dos herpesvírus humanos e que pode estar associado a outras doenças como esclerose múltipla. "Tinha acabado de fazer uma cirurgia [devido à endometriose] e julguei que o meu problema era aquele e que estava ótima", contou a cantora brasileira, durante o lançamento do documentário 'Eu', de Ludmila Dayer. 

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O VEB é conhecido por causar mononucleose infeciosa. No entanto, segundo a rede de saúde CUF, também pode estar associado a outras doenças e complicações, como otites, síndrome de Guillain-Barré, cancro do nariz, da garganta e gástrico, linfoma de Burkitt, linfoma de Hodgkin, pneumonia intersticial, pancitopenia (diminuição do número de células do sangue) e uveíte (inflamação da úvea, a camada vascular do globo ocular).

A incidência da doença aumenta com a idade, atingindo um pico entre os 15 e os 25 anos, e é rara a partir dos 30 anos, de acordo com o grupo Lusíadas. Geralmente assintomático, o período de incubação do vírus é de cerca de 30 a 50 dias. 

O vírus é transmitido através da saliva (daí também ser conhecido como 'doença do beijo'), mas também pelo uso de objetos contaminados, como escovas de dentes ou copos, transfusões de sangue não tratado, transplante de órgãos ou relações sexuais. 

Leia Também: Anitta foi diagnosticada com o vírus Epstein-Barr

Quando existem sintomas nas crianças, estes podem confundir-se com os de doenças comuns como a constipação ou a gripe. Já nos jovens e adultos, os sintomas podem ir desde fadiga, febre, dor de garganta, aparecimento de gânglios no pescoço, falta de apetite, irritação na pele (exantema), dor de cabeça e amigdalite. "Em casos mais graves, pode provocar aumento de tamanho do fígado e do baço e gerar complicações neurológicas, hematológicas, respiratórias e hepáticas", alerta a CUF.

Não existe um tratamento específico contra o vírus da mononucleose. Os sintomas desaparecem, geralmente, ao fim de duas a quatro semanas.

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