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Exercício físico pode aumentar eficácia da vacina contra a Covid-19

Novo estudo sugere que, quanto mais exercício fizer, maior será a proteção fornecida pela vacina.

Exercício físico pode aumentar eficácia da vacina contra a Covid-19
Notícias ao Minuto

09:11 - 27/10/22 por Notícias ao Minuto

Lifestyle Covid-19

Exercício físico tem múltiplos benefícios para a saúde e, agora, graças a um novo estudo foi encontrada uma nova vantagem. Investigadores sugerem que fazer exercício, regularmente, pode aumentar a eficácia da vacina contra a Covid-19, mas também que o nível de proteção, contra a infeções grave, vai aumentando com a quantidade de exercício que faz. 

A vontade de fazer este estudo, publicado na revista científica British Journal of Sports Medicine, surgiu porque, anteriormente, já foram analisados os efeitos positivos que a atividade física tem vacinação contra várias infeções, no entanto, nunca foi confirmado se isto também acontece com o SARS-CoV-2, vírus responsável pela infeção por Covid-19.

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Graças a este novo estudo foi possível entender que a eficácia da vacina, entre pessoas totalmente vacinadas e na categoria de baixa atividade física, foi de 60%, ou seja, segundo os investigadores o risco de hospitalização foi reduzido em 60%, neste grupo.

Já entre os grupos com atividade física média e alta a diminuição de risco foi mais significativa, correspondendo, respetivamente, a 72% e a 86%.

Além disto, as pessoas que foram totalmente vacinadas e que registaram níveis altos de atividade física, tiveram quase três vezes menos probabilidades de serem hospitalizados, quando comparados com aquelas que foram vacinadas, mas estava na categoria de baixa atividade física.

Já os participantes incluídos na categoria de atividade física média tiveram uma probabilidade menor, 1,5 vezes, de serem internados. 

Os investigadores não conseguiram encontrar uma resposta que justifique esta ligação positiva e sugerem, em comunicado, que "pode ser uma combinação de níveis aprimorados de anticorpos, uma vigilância mais aprimorada das células T e fatores psicossociais".

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Para chegar a estas conclusões, os investigadores basearam o seu trabalho em registos médicos anónimos, assim como dados recolhidos por rastreadores de atividades, como pulseiras de atividade, utilizados por profissionais de saúde. 

Depois, os participantes foram divididos entre categorias de atividade física, relacionadas com os seus níveis médios e mensais, nos dois anos anteriores ao início do estudo. Assim, pessoas que eram ativas menos de 60 minutos, por semana, ficavam na categoria baixo; quem fazia pelo menos 60-149 minutos, na média; e os que praticavam 150 (ou mais) minutos de exercício, na alta.

No total, foram analisados 53.771 participantes, com baixos níveis de atividade física, 62.721 com níveis médios e 79.952 com níveis altos, todos com testes positivos. Também foram considerados os dados de atividade física, assim como de vacinação, relativos a 196.444 adultos, com teste negativo para SARS-CoV-2. 

Leia Também: Estudo volta a afirmar risco de doenças cardiovasculares em infetados

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