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O medicamento que (provavelmente tem em casa e) previne cancro do fígado

De acordo com uma nova pesquisa, tomar aspirina pode prevenir o aparecimento de cancro do fígado.

O medicamento que (provavelmente tem em casa e) previne cancro do fígado
Notícias ao Minuto

10:38 - 20/01/20 por Liliana Lopes Monteiro  

Lifestyle Cancro do fígado

Uma equipa de investigadores apurou que a toma frequente de aspirina pode contribuir para a diminuição da incidência de cancro em pacientes que sofrem de hepatite de tipo B, aponta um artigo divulgado pela publicação Banco de Saúde.

Os investigadores liderados por Teng-Yu Lee do Departamento de Gastroenterologia no Hospital Geral de Veteranos Taichung em Taiwan, realizaram um estudo vasto e abrangente, no qual foram examinados dados de 204.507 doentes com hepatite B. Informações essas que foram recolhidas de uma base de dados do serviço nacional de saúde entre 1998 e 2012.

Os investigadores detetaram 1553 pacientes que haviam sido submetidos a um tratamento diário com aspirina por mais de 90 dias e que não padeciam de cancro do fígado antes do inicio da experiência, relata o Banco de Saúde. De seguida, os pacientes foram comparados com outros 6.212 indivíduos, que não tinham tomado aspirina.

Posteriormente, foi igualmente estudado o risco de ocorrência de carcinoma hepatocelular. Tratando-se da forma de tumor do fígado mais comum, entre os voluntários, durante cinco anos, e ainda o risco geral de desenvolverem cancro do fígado. Surpreendentemente, tornou-se aparente que nos pacientes do tratamento com aspirina, a incidência de carcinoma hepatocelular era significativamente menor, comparativamente aos pacientes não tratados, com índices de incidência de 2,86% e de 5,59%, respetivamente.

No período de cinco anos as chances de aparecimento de carcinoma hepatocelular mostrou ser 37% mais diminuto nos doentes que haviam tomado aspirina diariamente, relativamente a quem não a havia ingerido.

Segundo a publicação Banco de Saúde, para os cientistas os dados apurados poderão ajudar os médicos na área de hepatologia a tratar pacientes infetados por hepatite B crónica, sobretudo naqueles que não estão aptos para receber tratamento antiviral. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que a hepatite B afete cerca de 257 milhões de pessoas no mundo inteiro. Em 2015 a infeção causou 887 mil mortes no planeta.

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