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Afinal, os relacionamentos abertos funcionam? A ciência responde

Estar casado com alguém ou namorar e permitir simultaneamente que o parceiro faça sexo com outras pessoas é um tipo de relacionamento aberto. Mas será possível que estas relações funcionem e sejam sinónimo de felicidade?

Afinal, os relacionamentos abertos funcionam? A ciência responde
Notícias ao Minuto

11:00 - 06/01/20 por Liliana Lopes Monteiro

Lifestyle Relacionamentos abertos

Uma equipa de investigadores da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, afirma que para um relacionamento aberto funcionar tudo depende sobretudo da comunicação entre o casal.

No estudo, divulgado pela revista Galileu, os cientistas norte-americanos analisaram respostas de 1.658 questionários online sobre o comportamento amoroso de indivíduos entre os 20 a 30 anos de idade. Na pesquisa, 78% dos participantes eram caucasianos e 70% identificavam-se como do sexo feminino. A maioria estava em relacionamentos longos, em média com duração de quatro anos.

Os investigadores examinaram três dimensões nos relacionamentos amorosos: consentimento, comunicação e conforto. Foram identificados casais monogâmicos e casais que tinham um relacionamento aberto consensual.

Adicionalmente, foram identificados casos em que apenas um dos parceiros queria viver em monogamia e o outro queria ter sexo com pessoas além do relacionamento. Sendo que estes tipos de relações apresentavam uma menor probabilidade de funcionarem.

Em contrapartida, as relações abertas onde havia um acordo claro entre as partes tinham uma maior chance de dar certo. Os casais monogâmicos que se comprometiam em não praticar sexo com terceiros também apresentavam uma maior probabilidade de permanecerem juntos.

Contudo, foi registado que os casais monogâmicos desfrutavam de pouca satisfação sexual, enquanto que a maioria das pessoas em relacionamentos abertos apresentava elevados níveis de satisfação. Os relacionamentos abertos consensuais duravam mais, enquanto que relações abertas sem o consentimento de ambas as partes eram mais curtas, com elevados índices de ansiedade e solidão.

“Sabemos que a comunicação ajuda todos os casais”, afirmou o líder do estudo Ronald Rogge. “Tal é crítico para casais não monogâmicos, enquanto navegam pelos desafios extras de manter um relacionamento não tradicional numa cultura dominada pela monogamia”.

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