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Cinco mitos sobre o jejum intermitente, especialista esclarece

Investigador esclarece as principais controvérsias a respeito do assunto.

Cinco mitos sobre o jejum intermitente, especialista esclarece
Notícias ao Minuto

20:00 - 24/06/19 por Notícias Ao Minuto 

Lifestyle Jejum intermitente

O jejum intermitente pode ser denominado como um padrão alimentar com períodos de jejum e alimentação, algo natural e saudável. Juliano Pimentel, formado em medicina e fisioterapia, investigador, mestre e doutorado pela instituição de ensino superior Florida Cristian University, nos Estados Unidos, desvendou cinco mitos sobre o assunto. 

Eis cinco mitos sobre o jejum intermitente e frequência alimentar:

1. Comer frequentemente acelera o metabolismo

Um dos mitos sobre o jejum intermitente é que este prejudica o metabolismo. Muitos acreditam que alimentar-se de três em três horas acelera o metabolismo, fazendo com que o corpo queime mais calorias. Em 1970, a média de refeições era de duas por dia e a obesidade era quase inexistente. Atualmente essa frequência é de seis vezes por dia. Por fim, o que importa é como as hormonas se comportam para lidar com as calorias totais ingeridas.

2. Comer frequentemente reduz a fome

Algumas pessoas acreditam que comer várias vezes ao dia ajuda a evitar a fome excessiva. Apesar de alguns estudos sugerirem que fazer mais refeições leva à redução da fome, outros não apresentam efeitos e mostram aliás um aumento dos níveis de fome. Não há evidências que confirmem que comer mais, reduz a fome para todos os indivíduos. Vai depender do histórico de saúde de cada um e dos alimentos ingeridos. Em contrapartida, o jejum tem relação com a redução da fome.

3. O cérebro necessita de uma fonte constante de glicose

Outro mito que envolve o jejum intermitente é a necessidade de ingerir hidratos de carbono várias vezes ao dia para que o cérebro continue a funcionar corretamente. Tal é baseado na crença que este órgão só pode usar glicose (açúcar no sangue) como combustível. Mas o corpo pode facilmente produzir a glicose que precisa por meio de um processo chamado de gliconeogénese. Ou seja, o corpo armazena glicogénio (glicose) no fígado para ser usado como energia para o cérebro quando for necessário.

4. Jejum intermitente faz perder músculo

Alguns acreditam que o jejum pode contribuir para a perda muscular. É verdade que isso acontece com dietas em geral. Mas não há qualquer prova que tal ocorra mais com o jejum intermitente do que através da adoção de outros métodos. Alguns estudos sugerem incluive que o jejum intermitente é melhor para manter a massa muscular pela alteração do padrão hormonal de quem o pratica. 

5. O jejum intermitente é mau para a saúde

Esse é um dos mitos mais frequentes sobre o jejum intermitente. No entanto, vários estudos mostram que este regime traz diversos benefícios para a saúde como a mudança da expressão de genes relacionados à longevidade e proteção contra doenças. Acarreta também grandes vantagens para a saúde metabólica como melhoria da sensibilidade à insulina, redução do stress oxidativo e inflamação e redução de vários fatores de risco para doenças cardíacas. Além disso, ajuda contra a depressão e vários outros problemas cerebrais.

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