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De onde vem a obsessão pela tecnologia? Especialistas respondem

Há casos e casos de utilizadores, mas as várias utilizações da internet estão desenhadas para nos captar a atenção.

De onde vem a obsessão pela tecnologia? Especialistas respondem
Notícias ao Minuto

07:00 - 13/11/18 por Notícias ao Minuto 

Lifestyle Vício

Auto-controlo. É esta a palavra chave com que se luta contra a vontade de vez mais um episódio antes de dormir, de passar pelo Facebook (outra vez) em vez de se focar no trabalho ou de ir ver o comentário que deixaram na ultima foto publicada no Instagram.

É verdade que entre todos os utilizadores de internet existem incontáveis casos que separam os mais dos menos ‘viciados’. Ainda assim, especialistas estudam o porquê de as tecnologias serem tão viciantes e chegam à conclusão de que há aspetos que, não poucas vezes, parecem ser superiores que a vontade humana, principalmente se se falar do caso de uma faixa etária mais jovem.

As redes sociais, jogos e várias aplicações fazem-se acompanhar de um comum aspeto: o de se fazerem passar por essenciais. É por isso que, em muitos caso, principalmente aqueles em que não estamos demasiado focados, a ausência de resposta, validação ou confirmação, leva à sensação de que estamos a perder algo verdadeiramente importante.

No caso dos mais jovens, o caso parece mais concreto: é comum que numa faixa etária mais jovem se procure validação social. Ora, se as redes sociais são compostas por ‘amigos’, é lá que mais se procura esta validação. E se se tem o telemóvel mesmo ali, literalmente na ponta dos dedos, porque não confirmar o que se passa neste mundo de ‘amigos’ a cada minuto? É por isso que tais redes sociais chamam a atenção com constantes mensagens e notificações: quando menos espaço for dado para que o utilizador se esqueça momentaneamente daquele aparelho, maior a hipótese de o mesmo se distrair com tal ferramenta.

Contra isto, basta-lhe desligar as notificações. Se vai às redes sociais durante a manhã e nos transportes públicos, enquanto regressa para casa, ótimo. Mas que entre estes momentos nada o incomode nem distraia, há que já muito mais em que se deve focar durante o dia.

No caso do Youtube ou Netflix, o mesmo acontece com o modo ‘reprodução automática’. Não o censuramos: não e difícil passar uma tarde de domingo a por em dia todas as séries a que se propôs ver. Para evitar tal distração, nada como desligar a reprodução automática e assumir que depois daquele episódio vai desligar o computador e focar-se noutra atividade completamente diferente, mesmo que seja apenas um passeio ou outra forma de lazer.

Um terceiro caso apontado é o dos jogos. Se passa bastante tempo em transportes públicos, por exemplo, é possível que esteja entre os muitos que ‘mate’ este tempo com jogos no smartphone. Problema: os níveis seguintes são bloqueados e obrigam a um tempo de espera, que usa para jogar outro jogo, de outra aplicação. Mais: enquanto joga, surgem-lhe notificações e publicidades de outros jogos que lhe parecem interessantes. ‘Porque não?’. Este é um perfeito exemplo das constantes formas que a tecnologia usa para lhe captar a atenção. Se quer mesmo ter um jogo no telemóvel, a longo prazo vai lhe ser preferível se optar por uma verão paga, livre de publicidades.

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