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Os bebés preferem ouvir Queen a Shakira, ainda antes de nascer

A estimulação à música foi notória, com apoio de microfone interno, mas cientistas apontam que é depois de o bebé nascer que mais se deve apostar na música como prática comum.

Os bebés preferem ouvir Queen a Shakira, ainda antes de nascer
Notícias ao Minuto

09:30 - 22/06/18 por Mariana Botelho 

Lifestyle Estudo

"Is this the real life? Is this just fantasy?”. Acusem-se, fãs de Queen e, caso estejam à espera de bebé, ponham-no a ouvir o clássico de Freddie Mercury. Ao que parece, é uma das músicas que os fetos mais gostam, ainda antes de nascer.

A investigação, que contou com uma amostra de 300 fetos, expôs os mesmos a 15 músicas, através de um microfone intervaginal, já que com todo o natural barulho do corpo da mãe, o bebé não tem grande perceção dos sons que surgem do lado de fora da barriga da mesma.

Durante cada música, era procurado no feto algum estímulo mental, que foi percecionado pelos movimentos da boca e língua que indicavam estímulo cerebral associado à linguagem, como se quisessem comunicar através da música.

‘Bohemian Rhapsody’, dos Queen, foi de longe a favorita, tendo resultado em estimulação mental de 90% dos bebés testados. Num registo bastante diferente, seguiram-se as clássicas ‘A Little Night Music’, de Mozart, a que responderam 80% dos bebés, e outras sinfonias de Bach, Prokofiev e Strauss. Ainda, melodias tradicionais africanas, mantras indianos e uma típica música de natal espanhola mereceram resposta através de estímulos.

Já no caso da música pop, as músicas de Adele, Bee Gees ou Shakira baixaram o interesse de cerca de 60% da audiência em análise.

Porquê esta tendência preferencial?

Os autores do estudo apontam a possibilidade de a própria melodia ser o motivo de escolha dos bebés ou, possivelmente, o tom da música.

Um tom mais agudo é melhor reconhecido pelos bebés, um aspeto que qualquer adulto sabe instintivamente, já que é com um tom mais agudo que mais se comunica com um bebé. A comprovar este aspeto, os mesmos cientistas comprovaram que os fetos respondem melhor à voz do rato Mickey do que à normal de um adulto.

É a partir das 13 semanas que o feto desenvolve capacidade sonora. Até ao nascimento, o som a que mais é exposto é o do próprio funcionamento do corpo da mãe (que se assemelha ao barulho de um aspirador ou secador do cabelo, razão pela qual há quem ache tais sons relaxantes).

Em estudos anteriores já se havia provado que a música clássica (ouvida através da parede abdominal e não com microfone intervaginal) estimulava os bebés. O presente estudo, apresentado na Associação Internacional de Música e Medicina de Barcelona, vem assim alargar o leque de preferências. Contudo, não é comum o feto ser exposto a tais sons, sendo depois de nascer a altura em que o bebé é mais estimulado e aí sim merece mais atenção por parte dos pais na hora de ‘alinhar’ o gosto musical do filho.

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