Já em casa, Cláudio Ramos 'defende' Maria Leal

"Que mal fez esta mulher ao mundo para que de repente o mundo entendesse que ela deveria ser humilhada perante todos?", questionou o comentador televisivo.

© Blogue/Cláudio Ramos
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Cláudio Ramos já está em casa, depois de ter sido operado ao coração, e não ficou indiferente à polémica em volta de Maria Leal.

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"Vamos por partes: Que mal fez esta mulher ao mundo para que de repente o mundo entendesse que ela deveria ser humilhada perante todos? Não fez mal nenhum! Maria Leal é apenas uma mulher, como tantas que existem, com vontade de ser conhecida. Isso não é novidade, que desde que ouvimos falar nela era mais patente a sua vontade de aparecer que a de Letizia de Espanha agradar a toda a gente", começou por dizer a figura pública.

Para Cláudio Ramos, quem deu mediatismo a Maria Leal "foram exatamente as mesmas pessoas que vivem agora atormentadas com o lugar que ocupa".

"Sosseguem esses corações que a avó Maria não estará por aqui muito mais tempo. Ganhará dinheiro, viverá um momento efémero e será feliz à sua maneira. Deixem-na ser feliz. A mulher não fez mal a ninguém. Tem direito a sonhar, mesmo que o sonho dela seja um pesadelo para outros. Se os incomoda, atormenta, vos tira o sono, não vejam, não compactuem", acrescentou.

Cláudio Ramos disse ainda que "não vai a nenhum espetáculo" para ouvir Maria Leal e "não perde tempo a partilhar vídeos da sua performance como bailarina". "Não gasto o meu dia a indignar-me porque agora já há mais 'uma no mercado' a roubar direito de antena ao pessoal. Calma!".

O comentador televisivo frisa que Maria Leal "é apenas só mais uma 'Maria' com direito a ter os seus quinze minutos de fama" e, "desde que isso não prejudique ninguém, não há porque atacar, ofender, humilhar".

"Há quatro coisas muito importantes neste processo, que é preciso entender: a força das redes sociais, o ressabiamento de artistas que deveriam estar quietos e calados, sob pena de fazerem tristes figuras ao mostrarem medo e inveja dela, o engraçado que é a própria não se levar a sério e depois o facto de ser obrigatório a visita dela a uma pedicura, nem que seja como permuta, que as unhas dos pés parecem Lisboa em obras", rematou.

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