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"Fizeram-me uma armadilha. Fui agredido à porta de casa dela"

Leandro é o mais recente entrevista do 'Alta Definição', onde falou sobre o filho e os momentos difíceis que passou com a acusação de violência doméstica.

"Fizeram-me uma armadilha. Fui agredido à porta de casa dela"
Notícias ao Minuto

16:05 - 21/07/18 por Notícias Ao Minuto 

Fama Leandro

Leandro esteve este sábado, dia 21, no programa 'Alta Definição', da SIC, onde falou abertamente sobre o nascimento do filho e do momento difícil que passou quando foi acusado de violência doméstica.

O pequeno Simão, de cinco anos, é fruto da relação já terminada com Sury Cunha. “Sempre sonhei ter uma família, muitos filhos…”, confessa, lembrando de seguida o momento em que o filho nasceu.

“O Simão veio num momento menos bom. Tive uma relação de algum tempo, separamo-nos porque as coisas já não estavam a dar. Numa noite em que vou para uma casa de fados, venho já contente e vou à procura de uma casa para me divertir o resto da noite, encontrei a mãe do meu filho. Envolvemo-nos e nasceu o Simão. Não foi um momento muito bom, tentei dar uma oportunidade a nós, mas não conseguia. Não era um sentimento que eu tinha por ela, mas respeitando a história que tínhamos tido achei que sim, que poderia ter um filho de uma história que foi na altura bonita”, recorda.

Leandro frisa que o menino mudou a sua vida por completo e é “tudo o que tem”. “Não só sou um dos melhores amigos dele como também sou o pai dele”, afirma. 

Em 2014, o artista foi acusado de violência doméstica por parte da namorada da altura, mãe do filho, tendo sido ilibado. “Nunca o fiz. Simplesmente não sentia a mesma coisa que ela sentia por mim e ela caiu num ato de loucura. Acredito que se fosse hoje em dia ela não o faria. Criou um impacto tão grande na comunicação social que cheguei a um momento em que até para ir beber um café as pessoas apontavam-me o dedo: ‘É ele que bate nas mulheres’”, conta, referindo que não respondia às provocações.

“Ficava calado porque sabia da verdade. O fim da nossa relação foi porque a mãe do Simão me traiu. Daí eu não conseguir estar de maneira alguma com a mãe do Simão”, acrescenta, partilhando que um dia inventou um concerto e quando apareceu de surpresa em casa encontrou a mãe do filho com outra pessoa. “Encontrei-a, vi com os meus próprios olhos e desisti, completamente".

Na altura, a sua principal preocupação foi o filho e quis ficar com a custódia do menino.

“A guerra começou por aí e esta situação da violência doméstica vem por aí. Só assim é que as coisas podiam ter corrido mal para o meu lado. Acusa-me de violência doméstica... Ela andava com um indivíduo que era polícia… Tinha estado a fazer um programa de televisão e combinei com ela para ela me devolver a roupa. Era perto das 11 horas da noite quando passo por casa dela, o meu filho estava com o meu pai. Queria passar em casa dela para ir buscar a roupa, ela não me atendia as chamadas, sigo a minha vida e ela liga-me a dizer para eu subir. Disse que não porque já tinha uma relação e não queria problemas. Pedi-lhe para me trazer a roupa e assim foi. Fizeram-me uma armadilha. Fui agredido à porta de casa dela, saí para ir a uma esquadra apresentar uma queixa e acabei por ser agredido dentro da esquadra por esse mesmo individuo”, revela. 

As acusações de violência doméstica tiveram impacto na sua carreira, diz, “quase ao ponto de acabar com tudo”.

“Tive fãs que se afastaram de mim porque achavam que eu era o agressor. E nunca mais apareceram nos meus concertos. Cheguei a cantar com a pulseira eletrónica. Nós tínhamos uma medida de coação os dois. Ela também tinha um detetor para não haver aproximação porque no meio disto tudo existia um filho e o juiz achou por bem, como não sabia da verdade, meter uma medida aos dois e foi, sem dúvida, um momento menos bom”, lembra, partilhando uma situação que o levou novamente a tribunal.

“Ela ia a minha casa buscar as coisas e não levava o detetor. Um dia liguei para os serviços e disse que ela ia lá a casa naquele preciso momento. Eles chamaram-me mentiroso ao telefone e disse que se não viessem cortava a pulseira. Foi o que fiz. Eles foram logo lá a casa e naquele preciso momento eles estavam-me a colocar a outra pulseira e batem à porta. Fiz questão que fosse o senhor a abrir a porta. Depois fomos a tribunal e eu fui absolvido da acusação que estava a ter durante seis meses”, conta.

Numa fase tão difícil, o filho foi quem o ajudou a ter força para continuar a lutar. Atualmente tem uma relação “estável” com a mãe do menino, com quem partilha a custódia, e aceitou o seu pedido de desculpas. Fê-lo pelo pequeno Simão.

Hoje “acredita” no amor e assegura que “tem uma mulher fantástica” ao seu lado. “Uma mulher que não quer saber deste meio, vive a vida dela, vive comigo. […] Ela é uma pessoa muito querida, fantástica. Uma grande amiga do meu filho, principalmente”, salienta.

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