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Trabalhadores acusam de "gestão danosa" administrações e políticos

Uma auditoria da Inspecção Geral das Finanças (IGF) às contas dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, que esteve na gaveta desde 2009 e agora foi conhecida, está a gerar nova onda de críticas, com os trabalhadores a acusarem as administrações da empresa e políticos de “gestão danosa”. Mas também o PSD, revela hoje o Diário de Notícias (DN), se junta a esta contestação, tendo já questionado o actual líder socialista sobre se mais “documentação relevante” foi ocultada.

Trabalhadores acusam de "gestão danosa" administrações e políticos
Notícias ao Minuto

08:48 - 11/06/13 por Notícias Ao Minuto

Economia Estaleiros

O relatório e contas de 2012 dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) e uma auditoria da IGF, realizada em 2009 mas só agora revelada, estão na base das novas críticas e acusações dos trabalhadores da empresa. “Os administradores que por cá passaram ao longo destes anos provavelmente deviam ser alvo de um processo por gestão danosa”, afirma o porta-voz da Comissão de Trabalhadores dos ENVC, António Costa.

Entre outros dados, os documentos indicam, conta o DN, que as reestruturações previstas para os estaleiros, em 1998 e 2005, não foram concluídas, tendo o mesmo sucedido com o plano de modernização de 52,2 milhões de euros. A juntar a isto, a IGF destaca como principais problemas da empresa a sua “pesada” estrutura e “os elevados custos de produção e o material envelhecido”.

Algo que não é novidade para António Costa. “Esta situação da IGJ, para nós [Comissão de Trabalhadores], não é novidade, peca é por tardia”, refere.

Por outro lado, e perante a descoberta desta auditoria ‘fantasma’, o deputado do PSD, Eduardo Teixeira, enviou uma mensagem ao actual líder socialista, António José Seguro, apelando aos seus “bons ofícios” no sentido de “averiguar junto dos seus camaradas”, estiveram nos dois anteriores Governos socialistas, se “existe mais algum documento relevante para o futuro” dos ENVC que também tenha sido “ocultado” mas que “deva ser do conhecimento da Assembleia da República e dos portugueses”.

Os ENVC contam actualmente com 620 trabalhadores mas deverão encerrar no âmbito da investigação levada a cabo por Bruxelas devido às ajudas públicas atribuídas à empresa no valor de 181 milhões de euros, entre 2006 e 2011.

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