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Eis o que fazer para reduzir na conta da eletricidade e do gás

Fique a par das dicas para poupar na conta mensal da eletricidade e do gás.

Eis o que fazer para reduzir na conta da eletricidade e do gás
Notícias ao Minuto

08:30 - 20/06/24 por Notícias ao Minuto

Economia Eletricidade

Está a tentar reduzir a fatura da eletricidade e do gás? O Doutor Finanças, especializado em finanças pessoais e familiares, lançou um guia sobre poupanças em casa no qual partilha algumas "estratégias e dicas" para conseguir reduzir as despesas domésticas, entre as quais as contas da luz e do gás. 

Segundo a empresa, que cita o Instituto Nacional de Estatística (INE), "a eletricidade representa uma despesa média de 751 euros anuais" e é "a principal fonte de energia usada no setor doméstico, representando 46,4% do consumo total de energia".

Já o gás natural representa "representa 12,4% do consumo de energia no setor doméstico e tem um peso médio de 296 euros anuais no orçamento das famílias".

Fique a par das dicas para poupar na conta mensal:

Escolher eletrodomésticos com melhor desempenho energético

Na hora de comprar um novo eletrodoméstico, deve ter atenção à etiqueta energética. A eficiência, explica o Doutor Finanças, é medida numa escala de A (o melhor) a G (o pior) e, "apesar de os produtos mais eficientes serem, por vezes, mais caros do que os menos eficientes, pense na poupança de energia que pode conseguir".

Trocar lâmpadas incandescentes por LED

As lâmpadas LED consomem menos energia e duram mais tempo do que as lâmpadas incandescentes.

Apagar as luzes e não deixar equipamentos em 'standby'

Secar a roupa ao sol

Melhorar o isolamento térmico da casa

"Investir no isolamento térmico da casa é uma das soluções para baixar a fatura da energia. A instalação de janelas eficientes, por exemplo, pode reduzir em cerca de 30% a energia consumida em sua casa", explica o guia.

Escolher uma tarifa de eletricidade ajustada às suas necessidades

As potências mais comuns no mercado de consumo doméstico situam-se entre os 3,45 kVa e os 6,9 kVa. Por exemplo, o ideal para uma família composta por um casal de quatro filhos é uma potência de 13,8 kVA.

Após escolher a potência, deve optar por uma das três tarifas. No entanto, a tarifa bi-horária nem sempre é a melhor opção. Veja as diferenças: 

  • Tarifa simples: o preço é sempre o mesmo em todas as horas;
  • Tarifa bi-horária: existem dois preços diferentes. Um nas horas de vazio (mais barato) e outro nas horas fora de vazio (maio caro);
  • Tarifa tri-horária: a eletricidade é cobrada a três preços diferentes, consoante se trate de horas de vazio (mais barato), cheias (preço intermédio) ou de ponta (mais caro).

Controlar o uso de água quente

Se preferir tomar duche em vez de um banho de imersão e fechar as torneiras enquanto coloca o champô e gel de banho, além de poupar na conta da água, está também "a cortar no gás que seria necessário usar para encher uma banheira com água quente".

Otimizar a fervura, controlar a cor da chama e ter atenção ao forno

Na hora de cozinhar, deve usar apenas a quantidade de "água necessária para os alimentos que está a cozinhar" porque "quanto mais água estiver no tacho, mais tempo demora até começar a ferver". 

Pode também tapar o tacho e baixar o lume quando a água estiver a ferver para poupar gás. Deve também ter atenção à cor da chama do fogão, que deve ser azul. Amarela ou azul "pode significar que existe alguma obstrução na passagem de gás ou de ar pelas bocas, resultando numa queima de gás superior à necessária".

Por fim, não abra o forno muitas vezes enquanto estiver a preparar alguma refeição.

Regular a temperatura do esquentador

Se tiver de misturar água fria com quente quando abre a torneira, "significa que a temperatura do esquentador está muito alta, o que se reflete no consumo de gás".

Escolher equipamentos eficientes

Por exemplo, trocar um esquentador antigo por um de classe A, pode gerar uma poupança na ordem dos 37 euros anuais e mudar um forno de classe D por um de classe A ajuda a cortar 80 euros por ano.

Mudar de comercializador

Os preços no mercado regulado são, atualmente, mais baixos do que os do mercado livre.

Leia Também: Deco reclama IVA de 6% em toda a fatura energética

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